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  • 5 motivos para investir em um sistema de gestão inteligente para restaurantes

    5 motivos para investir em um sistema de gestão inteligente para restaurantes

    Um estudo realizado pela agência Edelman, a pedido da Microsoft, mostra que 93% das empresas brasileiras aceleraram o seu processo de transformação digital desde o início da pandemia. Além disso, 97% das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) consideram importante incluir a tecnologia no modelo de trabalho de forma permanente. Calcula-se que devido a pandemia, o plano de digitalização das companhias previsto para acontecer entre três a cinco anos foram implementados em meses ou semanas.

    Esse foi um caminho tomado pelas empresas para conseguirem sobreviver e gerar receitas durante o período de Covid-19, e essas mudanças chegaram para ficar. Uma pesquisa realizada pela Samba Digital revelou que apenas 1,9% das organizações não possuem nenhum plano de digitalização do negócio. Enquanto isso, 12,4% ficaram no meio termo, com intenções de desenvolver uma estratégia, mas sem um planejamento. O restante (9,5%) já desenvolveu um roteiro de transformação digital, mas não o colocou em prática ainda.

    No mercado de franquias o movimento é o mesmo. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor teve um crescimento de 10,7% em 2021, tendo como um dos principais motivos o ganho de eficiência das redes com a digitalização dos negócios.

    “O mundo está passando por um processo acelerado de transformação. Durante a pandemia, por exemplo, quando os restaurantes puderam abrir as portas por um período, não existia mais cardápio físico, os estabelecimentos precisaram se adaptar as novas regras sanitárias e disponibilizar tudo online, para que o cliente pudesse escolher e muitas vezes até já fazer o pedido através do seu próprio celular”, falou Ricardo Sanches, gerente de produto da Lukro, franquia que desenvolve soluções de gerenciamento inteligente. “Agora os restaurantes já têm à disposição sistemas de gestão que fazem o controle completo do estoque, das vendas, da saúde financeira do negócio, além da parte de processos, facilitando a forma que o cliente pede o prato e a maneira que o garçom anota os pedidos. E isso não é mais exclusivo para grandes restaurantes, está ao alcance da lanchonete de bairro, do bar e do pequeno restaurante”, explicou Ricardo.

    Aqui estão as 5 principais razões pelas quais um restaurante precisa ter um sistema de gestão inteligente:

    1. Ter o controle real dos custos

    A maioria dos restaurantes acompanham o estoque, mas um software de gestão torna o processo mais eficiente. O controle manual pode ser simplificado por um método que facilita a conferência e registra todas as movimentações de forma automatizada. Com o tempo, pedidos sugestivos inteligentes, com base em previsões de relatórios de vendas e inventários, podem reduzir pedidos excessivos e desperdício de alimentos.

    2. Ter acesso a qualquer hora e em qualquer lugar

    Os sistemas de gerenciamento de restaurantes costumavam ser armazenados localmente nos dispositivos da loja, exigindo que os operadores estivessem nas instalações para acessar os dados. O software baseado em nuvem de hoje oferece a flexibilidade de se conectar em qualquer lugar, a qualquer hora e de qualquer dispositivo.

    A tecnologia baseada em nuvem é ainda mais importante se o restaurante tiver mais de uma unidade, pois permite o acesso e controle das informações de várias instalações.

    3. Agilizar o pedido dando autonomia ao cliente

    Uma das ferramentas que tem transformado os bares e restaurantes é a possibilidade de o próprio cliente fazer o pedido sem precisar chamar o garçom. O cliente escaneia o QR Code disponível na mesa ou acessa um link fornecido pelo estabelecimento, e faz o pedido em tempo real, sem precisar baixar um aplicativo para isso.

    4. Economizar tempo e eliminar erros humanos

    Para os restaurantes, bares ou casas noturnas que preferem ter um profissional atendendo o cliente, também é possível simplificar o processo, eliminando erros e perdas de informações. Ao invés do garçom anotar o pedido em um papel, ele utiliza um aplicativo com um sistema de gerenciamento por trás, e faz o registro completo da solicitação do cliente, com o número da empresa, o registro do pedido e do atendente. A ordem irá direto para a cozinha, agilizando toda a operação.

    5. Maximizar a inteligência do negócio

    Um sistema de gestão para restaurante rastreia e coleta dados de diversas formas diferentes. Os relatórios personalizáveis ​​ajudam a acessar insights acionáveis ​​para a tomada de decisões do dia a dia. O software automatiza a entrega de qualquer tipo de relatório de vendas, mão de obra, inventário ou financeiro, permitindo que o administrador da empresa se concentre na aplicação de insights em vez de coletar dados.

    Com relatórios acessíveis a partir de um painel centralizado, o gestor pode definir permissões para diferentes membros de equipe de contabilidade, operações e gerentes. Com acesso a relatórios precisos e em tempo real da operação do restaurante, a equipe pode se concentrar em decisões orientadas por dados para aumentar as vendas, a produtividade e os lucros.

  • Open Banking completa um ano de funcionamento no Brasil

    Open Banking completa um ano de funcionamento no Brasil

    Há cerca de um ano, o Open Banking (ou Sistema Financeiro Aberto, em português) chegou ao Brasil. O sistema de compartilhamento de dados financeiros ocorre de forma padronizada em uma única API (Application Programming Interface, na sigla em inglês – Interface de Programação de Aplicações, em português), plataforma integrada e segura. Por meio dela, diferentes instituições financeiras autorizadas pelo BC (Banco Central) têm acesso a dados de pessoas físicas e jurídicas, o que favorece a oferta de produtos e serviços customizados e mais favoráveis para cada caso.

    Para Guilherme Mello, CEO da Loopa, empresa de tecnologia financeira, passadas as primeiras quatro fases do Open Banking, o compartilhamento de informações bancárias no país deve se integrar à realidade dos brasileiros em 2022. 

    “A gênese do Open Banking representa uma grande revolução e inovação para o mercado financeiro no país. Hoje, apesar de não estar totalmente implementado, já é possível notar os resultados que ele trará para o mercado, sobretudo para quem possui negócios de pequeno e médio porte. Contudo, é necessário conhecer e confiar na modalidade”, afirma.

    Neste ponto, mais da metade (65%) dos brasileiros estão dispostos a compartilhar seus dados para obter melhores taxas, conforme estudo encomendado pela Quanto, plataforma de Open Banking, em parceria com a Aster Capital.

    Mello destaca que um dos principais benefícios do sistema financeiro aberto é a facilidade que este traz para a concessão de crédito. “Além do mais, o modelo oferece taxas adequadas ao perfil de risco do tomador do empréstimo e serve para comparação de serviços entre as financeiras, valor de seguros, lucratividade de investimentos e outros serviços bancários”.

    Cotação de propostas de crédito e antecipação de recebíveis

    O empresário afirma que o Open Banking pode ajudar o empreendedor brasileiro a fazer melhores cotações de propostas de crédito e de antecipação de recebíveis. “Já estão em andamento implementações e integrações para disponibilizar o pagamento por Pix facilitado em aplicativos, ou seja, em breve não será mais necessário sair do aplicativo de entrega para finalizar o pagamento”.

    Além disso, prossegue, a partir de março, haverá um recurso “muito interessante” disponível: o encaminhamento de crédito. “Agora, quem empreende não precisará mais bater de porta em porta nas instituições financeiras para saber condições de empréstimo e financiamento”, pontua. “Com o compartilhamento de dados do histórico do cliente, serão estas empresas que virão atrás do usuário, com propostas personalizadas e as melhores ofertas possíveis”.

    Para o CEO da Loopa, o sistema financeiro aberto representa um avanço para novos negócios. “Quem se beneficia são os empreendedores que poderão comparar as melhores propostas e escolher a que mais faz sentido para seu negócio”.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.loopa.digital/

  • O Rio de Janeiro tem a melhor escola pública do Brasil

    O Rio de Janeiro tem a melhor escola pública do Brasil

    O marketplace de educação, Melhor Escola, realizou um levantamento para saber quais são as 10 melhores escolas públicas do Brasil. Desse modo, a pesquisa foi feita para ajudar pais, mães e responsáveis a examinarem como está o ensino no país.

    Para isso, foi analisada a avaliação de alunos, pais e ex-alunos de, em média, 179.612 instituições públicas de ensino básico cadastradas no portal. Sendo assim, eles podiam dar notas de 0,5 a 5 para os seguintes critérios:

    – Motivação dos estudantes;

    – Infraestrutura física da escola;

    – Participação da comunidade;

    – Desenvolvimento socioemocional dos alunos.

    O resultado da pesquisa foi que a instituição Ceja Madureira, uma escola pública estadual, possui a melhor avaliação de todo o Brasil. Além de ter a metodologia EJA (Educação de Jovens e Adultos), ela também conta com ensino fundamental e médio semipresencial. Priscila, uma das ex-alunas do colégio, escreveu:

    “Excelente trabalho, professores muito dedicados. Estrutura física do colégio muito bem cuidada. Fui muito bem recebida e me senti muito acolhida e respeitada por todos. Me sinto super confortável em dar continuidade em concluir meus estudos depois de todo apoio que recebi. Gostaria de ter conhecido o colégio antes. Todos vocês são luzes no caminho de quem procura vencer as barreiras que nos impediu e nos impede de chegarmos a alcançar nossos sonhos na vida acadêmica. Obrigada!”

    O portal Melhor Escola, desde 2013, conecta alunos a escolas da Educação Básica. Dessa forma, o site além de contar com informações de todas as escolas cadastradas no MEC (mais de 180 mil), também oferece descontos nas mensalidades das escolas parceiras (mais de 7.000).

    O ranking completo com todas as 10 escolas podem ser vistas através do link a seguir: https://www.melhorescola.com.br/artigos/confira-as-melhores-escolas-publicas-do-brasil

  • E-commerce de moda feminina cresceu 52% em 2020

    E-commerce de moda feminina cresceu 52% em 2020

    O comércio eletrônico de moda feminina bateu a marca de 1,51 bilhões de acessos e avançou 52% entre 2020 e 2021. É o que mostra a edição de abril do último ano do “Relatório e-commerce no Brasil”, realizado pela consultoria de performance e SEO Conversion. O balanço também identificou um avanço de 10% na comparação mês a mês e 63,18% ano a ano.

    A pesquisa expõe um quadro dos principais destaques da indústria e do comércio no país, com base em 15 categorias de consumo em 217 lojas virtuais. De forma geral, as vendas on-line registraram alta de 40%, com 20,61 bilhões de acessos nos endereços eletrônicos desde o início da crise sanitária.

    Isabela Fraquete, proprietária da Sorella Store, loja de roupas femininas que também atua com e-commerce, confirma que o interesse dos consumidores no mercado de roupas e acessórios vem em uma crescente desde o começo da pandemia de Covid-19.

    “Para manter esta alta e crescer ainda mais, é importante acompanhar o mercado e todas as possíveis mudanças positivas para o seu negócio. O pior erro é acreditar que, porque está dando certo, será algo permanente e não é necessário se atualizar nem melhorar o seu formato”, afirma.

    Lojas devem apostar em experiência híbrida

    Na opinião da empresária, não há entraves significativos para que o mercado feminino de moda floresça, ainda mais, no futuro pós-pandemia. “Acreditamos que a experiência on-line e física são complementares, assim como há mulheres que não abrem mão de provar a roupa, temos consumidoras que buscam por facilidade, praticidade e precisam otimizar o tempo adquirindo suas compras através do digital – que deve oferecer uma experiência rápida e intuitiva”.

    De fato, a facilidade de navegação em um site, permitindo a localização de produtos ou serviços de forma rápida, ocupa o terceiro lugar na lista de atributos essenciais para 38% dos consumidores virtuais (36% dos brasileiros), conforme dados da edição 2021 da pesquisa Global Consumer Insights Pulse Survey, da PWC.

    Para Fraquete, a grande sacada para empresas do gênero é somar a experiência física e digital. “Além disso, é preciso trazer a facilidade do comércio eletrônico com experiências únicas, como apresentar diversos corpos, em diversos looks – como um provador virtual – para quem, além do e-commerce, consome os conteúdos por meio das mídias”.

    Indo ao encontro desta informação, um estudo realizado pela All iN e Social Miner, em parceria com a Opinion Box no primeiro trimestre de 2021, indica que mais da metade (60%) dos consumidores brasileiros já adotaram a forma de consumo híbrido, processo de compras que integra as modalidades física e digital.

    Neste ponto, a proprietária da Sorella Store observa que há diferenças nas peças com mais saída em lojas físicas. “Percebemos diferentes saídas entre as vendas no site e na loja. A cliente do e-commerce compra com mais facilidade peças com um ‘shape’ mais comercial e modelagem mais universal em relação à cliente que frequenta loja tradicional”.

    Investimento em melhoria contínua é essencial para lojas digitais

    Fraquete afirma que os investimentos no digital têm dado frutos, indicando que, após a mudança do layout, desenvolvido pela MT Soluções, empresa que atua com um hub de soluções digitais, foram percebidas mudanças positivas. “Além disso, tivemos um crescimento significativo porque, aliado a isso, usamos sentidos que estimulam o cliente a finalizar a sua compra e que trazem uma experiência melhor para cada consumidor”.

    Ou seja, para aproveitar o cenário positivo e participar da retomada, prossegue ela, as empresas do setor de moda feminina não devem medir esforços. “É necessário apostar em melhoria contínua para acompanhar os consumidores e oferecer a melhor experiência de consumo possível, em todos os momentos e em todos os lugares, do on-line ao off-line”.

    Para mais informações, basta acessar: https://mtsolucoes.com.br/

  • Projeções apontam: aquecimento do mercado imobiliário de Orlando é de 15,4%

    Projeções apontam: aquecimento do mercado imobiliário de Orlando é de 15,4%

    A previsão de valorização do setor imobiliário em Orlando é de aproximadamente 15,4% até novembro desse ano, que vale também para imóveis na planta, por conta do próprio aumento de preço que as construtoras praticam na medida em que as vendas acontecem pela alta demanda. A projeção é de Andrea Pointon, especialista em Real Estate e CEO da Pointon Realty, empresa brasileira com sede em Orlando para compra, venda e gerenciamento de imóveis. Para tal, ela estudou essa média de porcentagem de valorização que acontece desde 2019, conforme dados do ‘Orlando 2030 Report’, relatório da Partnership, organização público-privada, sem fins lucrativos, que representa sete condados da Central Florida, incluindo Orlando.

    Um dos condados da Central Florida, o Polk Country – onde estão as cidades de Davenport e Haines City – é o que tem a maior projeção de crescimento populacional, com 50,8%, e onde os preços estão mais acessíveis. “A procura por imóveis residenciais é grande e, além do custo ser muito atraente, essa região concentra várias empresas e centros de distribuição, como Amazon, Walmart, Fedex, entre outros”, esclarece Andrea. Esse crescimento traz consigo o desenvolvimento em todo o entorno, com escolas, hospitais, serviços, indústrias, atraindo tanto famílias que pretendem se estabelecer em Orlando quanto investidores que adquirem casas para alugar anualmente – aluguel conhecido como “long-term rentals”.

    “Para se ter uma ideia de quão aquecido está o mercado nessa localidade vizinha de Orlando, nos últimos 180 dias os imóveis de aluguel demoraram, em média, apenas 17 dias para alugar. O valor médio de venda foi de US$ 2,023,00/mês e, em nossa pesquisa, consideramos apenas casas construídas a partir de 2015”, diz a especialista. Ainda de acordo com ela, o estoque de imóveis continua bem abaixo da média, tornando o mercado mais favorável para o vendedor. Porém, as oportunidades aparecem e quem adquirir um imóvel nesse momento também irá se aproveitar da valorização que está por vir.

    A Flórida é um dos maiores mercados turísticos do mundo, bastante impulsionado pelos parques temáticos, eventos corporativos e turismo de negócios. É também o mercado imobiliário mais aquecido do País, sobretudo na região da Central Florida. Há uma grande migração de pessoas de outros estados americanos buscando uma melhor qualidade de vida, com menor custo e mais segurança; entretanto, a região metropolitana de Orlando é a que mais tem atraído investidores e famílias brasileiras.

    “Estamos vendo um boom econômico e imobiliário e os maiores motivadores para os brasileiros investirem no mercado de imóveis em Orlando são a dolarização do patrimônio e segurança financeira. Ter rendimentos em dólar, uma das moedas mais fortes do mundo, juntamente com um mercado imobiliário aquecido é a combinação perfeita para um excelente investimento, com alto retorno sobre o capital investido”, explica Andrea.

    A especialista salienta outros fatores que contribuem para que investidores brasileiros representem 18% das transações estrangeiras, que vão além da dolarização do patrimônio, considerando que este é um mercado muito mais estável do que o brasileiro. A proteção patrimonial, no caso da compra de imóveis em nome de LLC, é um forte atrativo para os investidores devido a uma série de benefícios, como isenção do imposto de sucessão, proteção em caso de processos civis, benefícios fiscais adicionais pela dedução de despesas, soluções de não tributação por domicílio fiscal, garantia de sigilo e anonimato de identidade, liquidez e fácil acesso ao capital investido. Além disso, há pouco risco comparado aos investimentos bancários, fundos imobiliários e investimento em imóveis no Brasil.

    Para ficar de olho nos imóveis, a principal dica é manter contato com um corretor de imóveis que domine o mercado, conheça bem a região, seja experiente e esteja a par de novos projetos e lançamentos. Como passos seguintes é preciso abrir uma conta bancária nos EUA, realizar contato com o contador e se preparar para uma remessa internacional de valores junto ao banco no Brasil, caso ainda não possua valores em banco americano; estar com financiamento pré-aprovado junto a um Mortgage Broker, se a ideia for financiar o imóvel, processo que não tem custo, é feito rapidamente e garante a aceitação da oferta; e ter dinheiro disponível para o pagamento do depósito inicial já em território americano ou enviá-lo de forma que chegue rapidamente.

     

  • Avanços tecnológicos transformam o futuro da conectividade

    Os avanços tecnológicos recentes vêm aproximando o mundo em velocidade vertiginosa, aprimorando a qualidade e tornando mais seguras e mais rápidas as conexões entre as pessoas, as formas de pagamentos, o tráfico de veículos e de passageiros nos aeroportos, o controle de acesso em locais e edifícios públicos e privados, o trânsito nas fronteiras entre países e a conectividade. 

    Esta última vem se transformando de forma bastante disruptiva e com isso aumentando as possibilidades de acesso a vários dispositivos e aprimorando a qualidade de comunicação de forma exponencial. Esse movimento gera um ciclo de inovações que se autofomenta. Este é o caso da tecnologia 5G que propicia inovações nunca antes vistas, dada a sua ultra velocidade, ínfima latência e enorme disponibilidade.

    A tecnologia 5G representa um salto extraordinário em relação às outras tecnologias mais antigas, gerando uma explosão de novos aparelhos IoT e a base para a expansão do eSIM, também conhecido como “SIM virtual” ou eUICC, que tem o mesmo propósito de um cartão SIM removível tradicional , ou seja, armazenar as informações que os vários dispositivos móveis utilizam para acessar uma rede móvel.

    Porém junto com essa expansão da conectividade cresce também a necessidade de maior segurança e de conscientização sobre seu impacto no meio ambiente e na sociedade. Todos esses elementos devem se combinar para que possam ser sustentáveis, tanto em termos ambientais quanto comerciais.

    É importante notar que as empresas de telecomunicação vêm adotando uma postura cada vez mais responsável em relação à segurança e ao meio ambiente, utilizando menos plástico, menos transporte, menos resíduos e seguindo os padrões do Acordo de Paris.

    O GREENCONNECT da IDEMIA, por exemplo, é um conjunto de soluções e serviços que permite aos operadores móveis mudarem sua base de produtos tradicionais para um pacote de ofertas inspiradas nos princípios da economia circular: gestão de resíduos responsável, menor uso de matérias primas tradicionais e maior aplicação de insumos verdes na produção dos cartões eSIM e nas embalagens.

    E quanto mais elevado é o nível de consciência, maior é a necessidade de confiança e segurança: o grande desafio atual. A computação quântica é um exemplo de avanço e ao mesmo tempo risco à segurança, pois vai gerar um poder computacional adicional imenso e tornará obsoletas as formas de criptografia atuais. No passado seria necessário 10 bilhões de anos para que se pudesse invadir um cartão SIM, mas com esse avanço isso poderá ocorrer em minutos.

    Porém o risco identificado também faz gerar tecnologias que o atenuam, tal como o International Mobile Subscriber Identity (IMSI), que cria um identificador único para cada usuário e aparelho utilizado e criptografa a identidade de ambos, dentro ou fora da rede. O IMSI possibilita a utilização dessa identidade única em ambientes nada confiáveis, como redes Wi-Fi abertas, sem riscos à sua segurança.

    Há também os cartões SIM criptografados 5G IMSI. Esses cartões, chamados de SIM 5G AS, armazenam chaves de conexão temporárias que permitem a reautenticação completa da rede em caso de interrupção, criando uma experiência de conectividade mais perfeita.

    Estima-se que, até 2024, a receita das operadoras móveis atinja cerca de US$ 7 bilhões, como resultado da identidade digital via seus serviços, representando um crescimento de 800% ante o registrado em 2019.

    Outro dado importante refere-se à Internet das Coisas ou IoT (internet of Things). A previsão é de que haverá 23 bilhões de aparelhos IoT até o final de 2026, ante os 8,74 bilhões atuais, todos criando cidades inteligentes, comércio, carros e aparelhos conectados, que coletarão e compartilharão informações e tornarão o mundo mais intensamente conectado.

    *Diego Cecchinato, vice-presidente sênior para a área de operadoras móveis da IDEMIA para a América Latina. 

  • Estão abertas as inscrições para o curso “Interpretação da Norma PALC”

    A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) abre inscrições para o Curso de Formação de Auditor Interno PALC e Interpretação da Norma PALC – Norma 2021 (Turma Março). O prazo para a realização do cadastro é até o dia 15 de março de 2022.

    Por meio do link: https://adm.sbpc.org.br/AreaAssociados/sbpcml?returnURL=https://adm.sbpc.org.br/AreaAssociados/EventosPro/EventoProDetalhe/index/2191 , é possível obter mais informações sobre, bem como realizar a matrícula. As aulas serão online e realizadas de 22 a 25 de março de 2022, das 8h30 às 17h.

    SBPC/ML

    A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) é uma Sociedade de Especialidade Médica, fundada em 1944 e que atua na área de laboratórios clínicos. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem como finalidade reunir médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e profissionais de outras especialidades como farmacêutico-bioquímicos, biomédicos, biólogos e outros profissionais de laboratórios clínicos, além de empresas do setor.

    SBPC/ML – Atendimento à imprensa

    Advice Comunicação Corporativa

    Meriely Dantas| meriely.dantas@advicecc.com | (11) 5102-5253

    Fernanda Dabori | fernanda.dabori@advicecc.com| (11) 5102-5255

  • Unidades de saúde buscam inovar para agilizar atendimento em pronto-socorro

    Unidades de saúde buscam inovar para agilizar atendimento em pronto-socorro

    Com o aumento de casos de contaminação pela variante Ômicron da Covid-19 e também de Influenza, os hospitais públicos e privados registraram um crescimento exponencial na fila de espera por atendimento nos prontos-socorros neste início de ano. Pacientes chegaram a esperar por mais de oito horas por atendimento, em algumas situações. 

    Na saúde suplementar, a procura por consultas em pronto-socorro atingiu em janeiro o patamar mais alto observado desde o início do monitoramento realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, no começo de 2020. A taxa mensal de ocupação dos leitos para Covid-19 (comum e UTI), passou de 44% em dezembro de 2021 para 61% em janeiro de 2022, segundo boletim da Agência. 

    De maneira geral, as variações nos indicadores apresentados parecem refletir o aumento dos casos de Influenza e de Covid-19 (impulsionados pelas variantes H3N2 e Ômicron, respectivamente) no Brasil, no fim de 2021.

    Várias unidades têm superado seus recordes de atendimentos em suas áreas de pronto-socorro e cresceu também o número de internações. Para buscar minimizar esse cenário e agilizar o atendimento, mantendo a qualidade, hospitais têm procurado por soluções diversas.  

    Um deles é o Hospital Santa Helena, em Santo André (SP). Ele foi um dos hospitais que viram esse crescimento aumentar. Depois de registrar oito horas de espera na última semana de dezembro, a unidade implementou um novo fluxo de atendimento que fez esse número despencar para meia hora.     

    Desde a primeira semana de janeiro, os pacientes que procuram pelo pronto-socorro com sintomas gripais passam por uma triagem já na recepção com uma profissional de enfermagem para identificar a gravidade do quadro clínico. Para os casos considerados leves, os pacientes são direcionados para o atendimento médico especializado que faz a avaliação e pode solicitar exames para serem realizados em laboratórios, ou receitar medicamentos que podem ser administrados em casa. Com a implementação desse fluxo, os casos considerados moderados e graves também foram beneficiados, pois conseguem passar pela avaliação médica com mais rapidez e seguir para a realização de exames dentro da unidade e, dependendo do resultado, dar entrada na internação, por exemplo.     

    “Aprendemos muito nesses dois anos de pandemia e aliado a esses conhecimentos adquiridos, buscamos referências em recursos que já existem no mercado para implementar soluções que garantam mais agilidade no atendimento, mantendo a segurança e a humanização. Com isso, alcançamos o resultado que pretendíamos: reduzir o tempo de espera e ter os pacientes satisfeitos”, conta José Luiz Cunha Carneiro Júnior, chief medical officer do Sistema Amil de Saúde.     

    Uma das referências utilizadas pelo hospital foi o “Fast Track”, que em português significa “rastreamento rápido”. De acordo com o executivo, essa prática sugere ações que garantem mais agilidade por meio da reorganização do fluxo de pacientes, dos recursos e dos profissionais que o hospital possui. “Mas o sucesso na implementação dessas práticas depende de um conjunto de ações e critérios como a experiência dos médicos no atendimento a pacientes com sintomas respiratórios, o desenvolvimento de novos formulários para facilitar o atendimento e do levantamento em tempo real dos resultados para realizar ajustes no fluxo, caso seja necessário”, explica.     

    Com o resultado positivo no Hospital Santa Helena, a estratégia foi ampliada para outras unidades da rede própria da Amil, que é composta por 15 hospitais no Rio de Janeiro e em São Paulo.

  • Exportação brasileira abre o ano com recorde e projeta índices positivos ao setor

    Exportação brasileira abre o ano com recorde e projeta índices positivos ao setor

    As exportações de janeiro acenderam uma luz verde para os investidores do comércio exterior. O primeiro mês do ano apresentou um crescimento de 25,3% e atingiu o valor total na atividade de 19,67 bilhões de dólares, registrando o melhor resultado desde o início das medições em 1997. A alta foi acompanhada com o terceiro maior valor registrado nas importações, que foi de 19,85 bilhões de dólares e crescimento de 24,6%.

    Com folga e seguindo as tendências, o produto agropecuário foi o carro-chefe do crescimento nas exportações, com 97,5% de crescimento, tendo a soja como commoditie de maior embarque para fora do Brasil. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex/ME).

    Para a especialista em comércio exterior e diretora executiva da Accrom Consultoria em Logística Internacional, Cristiane Fais, mesmo diante de um cenário positivo e promissor ainda assim é importante ter cautela, avaliar o mercado e entender as possibilidades estratégicas de exportação. “Foco e estabilidade, essas são as principais linhas comerciais de negociação a serem avaliadas, tendo em vista um mercado volátil que depende de um alinhamento favorável à sua operação combinando valores cambiais, taxas de transporte e um fornecedor seguro”, esclarece.

    Cristiane Fais ainda ressalta que saber operar no comércio de exportação demanda experiência e conhecimento avançado do mercado. “É importante avaliar riscos e desenvolver soluções nos mais diversos âmbitos. Isso pode ajudar não só no setor de logística da sua empresa, mas também tem reflexos nos setores de precificação, administrativo e financeiro”, conclui.

  • Especialista em gestão dá dicas de como tirar uma ideia de negócio do papel

    Especialista em gestão dá dicas de como tirar uma ideia de negócio do papel

    Transformar ideias em negócios lucrativos exige trabalho e paciência. É preciso planejamento, recursos, parcerias, processos, pessoas e, principalmente, disciplina na execução do projeto. Além disso, são as etapas ao longo da jornada que indicam se o empreendedor está no caminho certo ou se vai precisar fazer mudanças na rota.

    Para Rodrigo Sátiro, especialista em gestão e diretor da Alero Consultoria, conhecer o público-alvo é um dos principais pontos para tirar ideias do papel e transformá-las em negócios de sucesso. “Muitos insights podem servir para resolver o problema de alguém”, diz.

    Sátiro explica que alguns questionamentos podem ajudar a definir o público-alvo, como por exemplo: qual o perfil do consumidor do seu produto ou serviço? Quem serão as pessoas impactadas pelo projeto direta e indiretamente?

    Também é importante pesquisar quem são os concorrentes e quem são os possíveis fornecedores e parceiros. “Por mais que você possa abrir um negócio em um modelo que já existe, é importante que que ele tenha um diferencial, que seja único de alguma forma, seja na qualidade, no atendimento ou na experiência do cliente” diz o especialista.

    Para ter certeza da demanda que envolve o produto em questão é essencial fazer uma pesquisa de mercado para avaliar se ele será útil para o público ou se tornará desejável de ser adquirido com frequência ou em grande quantidade. “Se há um público com um problema ou querendo um determinado produto, e a ideia oferece a resposta para essas questões, então há possibilidade de transformá-la uma boa oportunidade de negócio”, afirma.

    O especialista pontua que também é importante pensar em longo prazo para identificar se o negócio terá chances no futuro ou se é algo passageiro. Com a análise será possível saber se os investimentos precisarão ser maiores e muito mais assertivos. “Deve-se fazer uma avaliação e um planejamento financeiro e de negócio para projetar por quanto tempo ele será relevante e se há projeção de crescimento de interesse e de consumo, pois, ainda que você não controle fatores externos, é possível desenhar cenários que ajudam a prever como a empresa vai reagir diante das oscilações do mercado”, explica.

    Para conseguir levar o projeto adiante é preciso definir um cronograma para cada etapa, organizando as finanças para entender quanto vai custar para tirar a ideia do papel e de onde os recursos necessários serão tirados. “Um bom planejamento leva tempo e exige muita organização, mas vai ajudar na antecipação de problemas e na identificação de oportunidades, além de aumentar a compreensão sobre metas, valores, missão e visão do empreendimento”, conclui.