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  • Fábrica de móveis de Ribeirão Preto projeta crescimento de 40% em 2022

    Fábrica de móveis de Ribeirão Preto projeta crescimento de 40% em 2022

    O setor moveleiro foi um dos mais influenciados pelo isolamento social. Com as pessoas passando mais tempo em casa surgiu a necessidade de readequar a mobília e tornar os cômodos mais funcionais e confortáveis, impulsionando o aumento de pequenas reformas e a busca por móveis planejados.

    O cenário de confiança no mercado interno e novas oportunidades no mercado global apontam para a manutenção dos bons números do setor. Segundo as projeções divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), o aumento da demanda deve se manter nos próximos dois anos, com expectativa de +2,11% em 2022 e +2,75% em 2023. O que deverá impactar positivamente também no volume de emprego no setor, com crescimento projetado de 2,05% no próximo ano e 2,88% no ano subsequente.

    Fernando Barbosa, diretor da Planearte, empresa de móveis planejados de Ribeirão Preto, comemora os resultados positivos obtidos em 2021 e já aposta em possibilidades ainda mais interessantes para toda a cadeia moveleira. “No ano passado crescemos 10% em relação a 2020 e como o investimento em novos equipamentos e contratações em 2022 estamos projetando um crescimento de 40%”, diz.

    Barbosa relata que desde o início da pandemia a empresa segue na linha crescente do faturamento. “As empresas estão cada vez mais preocupadas em otimizar seus espaços, já os demais consumidores são conduzidos pelo desejo ou necessidade de transformar um único cômodo em um espaço multifunções. Essa procura vem aumentando expressivamente a demanda”, esclarece.

  • Doenças raras atingem cerca de 13 milhões de brasileiros

    Doenças raras atingem cerca de 13 milhões de brasileiros

    Em 28 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial das Doenças Raras. Elas são, em geral, condições crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas, que, usualmente, causam grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares, podendo também reduzir a expectativa de vida.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), existem de 6 a 8 mil doenças raras no mundo; destas, apenas 4% contam com algum tipo de tratamento e 30% dos pacientes acabam morrendo antes dos cinco anos de idade. No Brasil, estima-se que 13 milhões de pessoas tenham alguma doença rara.

    Imagine que você tem um filho pequeno e que, à medida em que ele cresce, começam a ser observadas algumas diferenças no desenvolvimento em comparação com outras crianças. Você passa em médicos especialistas, faz uma série de exames, mas o diagnóstico final demora de 4 a 5 anos e, ainda assim, os desafios são inúmeros. E em muitos casos, levando a morte precoce. Essa é, em geral, a jornada dos pacientes com doenças raras.

    Um exemplo são as Mucopolissacaridoses (MPS), doenças genéticas que fazem parte dos erros inatos do metabolismo. Nas MPS, a produção de enzimas responsáveis pela degradação de alguns compostos é afetada e o progressivo acúmulo destes no organismo do paciente, provoca diversas manifestações.

    Entre as consequências das MPS, podem estar: limitações articulares, perda auditiva, problemas respiratórios e cardíacos, aumento do fígado e do baço, e déficit neurológico.

    A incidência das Mucopolissacaridoses é de cerca de 1 para cada 25 mil nascidos vivos. De acordo com a enzima que se encontra deficiente, as Mucopolissacaridoses podem ser classificadas em 11 tipos diferentes.

    No Brasil, o tipo II, conhecido como Síndrome de Hunter, é o mais prevalente — 1 caso para cada 200 mil nascidos vivos, com uma média de 13 novos casos ao ano. Ocorrendo quase exclusivamente em pessoas do sexo masculino, a MPS II, sem o tratamento adequado, pode causar a morte do paciente na primeira década de vida.

    A MPS II poderá ser detectada, junto com outras enfermidades, por meio da expansão do Teste do Pezinho, que será implementada no SUS de acordo com a nova Lei 14.154 publicada em 27/05/2021.

    O diagnóstico precoce combinado ao tratamento adequado (que está em fase de registro no Brasil pela JCR), o qual contempla as manifestações neurológicas e somáticas do paciente, deve mudar a história dos pacientes com esta doença.

    Estudo clínico da JCR Farmacêutica para o tratamento da MPS II

    Desde 2018, a JCR Farmacêutica — empresa de origem japonesa fundada em 1975 e focada no tratamento de doenças raras — desenvolve um estudo clínico do medicamento para a MPS II no Brasil. O tratamento é aplicado de forma intravenosa nos pacientes, e o medicamento da JCR atravessa a barreira hematoencefálica, penetrando no sistema nervoso central e também atuando em todo o corpo. Em pouco tempo, eles começaram a apresentar melhoras nos sintomas e, em alguns casos, até mesmo reversão de alguns aspectos do quadro clínico.

    “A MPS não tem cura, mas com tratamento adequado e precoce é possível controlar a doença e aumentar a expectativa e a qualidade de vida do paciente e dos familiares”, explica Vanessa Tubel, CEO da JCR no Brasil.

    O estudo é liderado pelo geneticista e professor do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dr. Roberto Giugliani; e também foi realizado na Universidade Federal de São Paulo, com coordenação da Dra. Ana Maria Martins, geneticista e professora da Unifesp. 

    “Novas tecnologias associadas a enzimas capazes de cruzar a barreira hematoencefálica (sangue-cérebro) permitem tratar as manifestações neurológicas a partir de tratamento administrado na veia. A combinação dessas novas tecnologias de tratamento com o diagnóstico precoce, idealmente através do teste do pezinho, trará um ganho significativo na qualidade de vida dos pacientes com MPS”, explica Dr. Roberto Giugliani.

    Presente no Brasil desde 2020, a JCR Farmacêutica já aprovou o medicamento indicado para MPS II no Japão e está em fase de aprovação no Brasil, como um produto pioneiro em ultrapassar a barreira hematoencefálica, mesmo administrado por via intravenosa, para tratar a degeneração neurológica que ocorre em 70% dos pacientes com MPS tipo II, além de também ter eficácia para o tratamento da parte somática da doença. Esta doença é causada pela falta de uma enzima, ocasionando o acúmulo de moléculas complexas no organismo, o que atrapalha o desenvolvimento do paciente desde seus primeiros anos e pode levar à morte na primeira década de vida.

    A pesquisa fase I/II da JCR é liderada no Brasil pelo geneticista e professor do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dr. Roberto Giugliani. Além disso, o estudo também é realizado na Universidade Federal de São Paulo, com coordenação da Dra. Ana Maria Martins, geneticista, professora da Unifesp e membro da Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM). Ao todo, são 19 pacientes envolvidos nesta fase da pesquisa, e em 2022 já está sendo iniciado o estudo fase III global, incluindo pacientes brasileiros.

  • Rodrigo Goulart pede restrições em eventos no Autódromo de Interlagos

    Rodrigo Goulart pede restrições em eventos no Autódromo de Interlagos

    Na madrugada de sexta-feira para sábado (19), um evento denominado “Bota Fora da Justiça”, realizado no Autódromo José Carlos Pace (Autódromo de Interlagos), durou 12 horas e gerou indignação em muitos moradores de Interlagos e bairros adjacentes. Segundo os munícipes, o som ensurdecedor da festa reverberou por quilômetros, gerando transtornos a milhares de pessoas.

    Na última terça-feira (22), o vereador Rodrigo Goulart , que mora na região, deu voz à indignação da população durante fala na sessão plenária da Câmara Municipal. “A população residente no entorno não suporta mais conviver com a incomodidade, diga-se a absoluta falta de repouso, em razão dos eventos não esportivos e que não são pressupostos da finalidade precípua do Autódromo de Interlagos, nos horários em que o silêncio necessário ao descanso e ao sono – direito dos cidadãos – deveria ser respeitado”, pontuou.

    Rodrigo Goulart direcionou ofício ao Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Carlos Augusto Manoel Vianna, Secretário Executivo de Lazer, Vicente Rosália e ao Prefeito Ricardo Nunes. Nele, o vereador solicita providências urgentes e imediatas, objetivando a restrição de shows e eventos que não são compatíveis com a sua finalidade e, no caso de eventos considerados estratégicos e/ou de relevância para a cidade, o silêncio seja respeitado, no mínimo, no período noturno, compreendido entre 22h e 7h.

  • Imigrantes são uma nova opção no mercado de tecnologia

    Imigrantes são uma nova opção no mercado de tecnologia

    O Brasil através de sua recepção calorosa, sempre foi um refúgio para imigrantes de todas as partes do mundo. Imigrantes estes que no passado foram a locomotiva de construção do país fazendo até hoje parte da história.

    Com conflitos armados por vários lugares do mundo e instabilidade econômica, muitos haitianos aportaram no Brasil e estão em várias frentes de trabalho, e quem pensa que são apenas trabalhadores de força braçal está completamente enganado.

    Judece Noel, que veio de Porto Príncipe e escolheu ser acolhido por Florianópolis, trabalha hoje em uma agência de publicidade e marketing digital, levando sua expertise e competência para auxiliar da melhor maneira a sua equipe.

    “Nossa cidade é conhecida por ser um polo tecnológico, com inúmeros profissionais gabaritados… Mas qualificar a mão de obra do Noel que tem um carisma e vontade de vencer acima da média vale muito a pena”, diz o fundador da Agência Bossa Nova (www.agenciabossanova.com), Michel Andrade. 

    Dentre muitos jovens que chegam ao Brasil com sonhos e que visam alavancar sua vida pessoal e profissional, Noel é um dos jovens que através de muito mérito, consegue cada vez mais a cada dia se firmar no mercado Brasileiro.

  • Startup de TV corporativa aumenta NPS em 2021

    Startup de TV corporativa aumenta NPS em 2021

    A SuaTV, startup de sinalização digital e TV corporativa lançada em 2010 pelo empreendedor carioca Rodrigo Azevedo, fechou o ano passado com NPS superior a 85 pontos. Sigla do inglês para net promoter score, o NPS é uma metodologia usada mundialmente para mensurar o nível de satisfação dos clientes de uma empresa, sendo que quanto maior a pontuação, melhor. Podendo alcançar níveis negativos, em caso de mais clientes detratores do que promotores, a escala positiva vai até 100 pontos.

    Em oito meses de 2021, o NPS da SuaTV foi superior a 80 pontos. Em três oportunidades, a pontuação ficou acima dos 90 pontos. Em 2020, o NPS médio da SuaTV no decorrer dos 12 meses foi de 75 pontos.

    Na visão de Guilherme Aquino, head da SuaTV, a elevada pontuação deve-se ao fato de a equipe não poupar esforços para entender — e consequentemente resolver — os problemas de prospects e clientes em relação a temas como comunicação interna, sinalização digital e implementação de TV corporativa. Esforços que, de acordo com ele, vão do time comercial à parte de suporte técnico — passando ainda por designers e a área de customer success. Juntos, todos desenvolvem projetos personalizados para atender a cada necessidade, o que tem ampliado cada vez mais a presença de clientes fiéis e promotores do serviço.

    “Fechamos 2021 com NPS médio de 85,58 pontos. E isso mostra que superamos a nós mesmos, pois havíamos passado o ano anterior com média de 75 pontos”, conta Aquino, ao reforçar o trabalho contínuo da equipe da SuaTV em melhorar o nível de satisfação dos clientes. Trabalho esse que passa, por exemplo, pelo desenvolvimento de novas soluções, como produção de conteúdos customizados e aplicativo que leva as ações de comunicação interna para a “palma da mão” do RH e de todos os colaboradores de uma empresa.

    Com novos recursos, como a produção de conteúdo customizado e o app de comunicação interna, a SuaTV vai se tornando referência em questões como sinalização digital e TV corporativa. Atualmente, a empresa conta com mais de 2 mil pontos ativos em mais de uma centena de clientes espalhados Brasil afora. Na carteira de marcas atendidas estão Faber-Castell, Suzano, Ale Combustíveis, BASF, Beneficência Portuguesa, Grupo Oncoclínicas, Grupo NotreDame Intermédica, Helbor Empreendimentos, Mercedes-Benz e ThyssenKrupp.

  • Como evitar impactos ambientais causados pelo descarte incorreto de eletroeletrônicos

    Como evitar impactos ambientais causados pelo descarte incorreto de eletroeletrônicos

    Pesquisa, realizada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Onudi), agência especializada da ONU que propõe o desenvolvimento industrial sustentável, aponta que somente em 2019 os países analisados, entre eles Argentina, Venezuela, Peru e outros latino-americanos, produziram 1,3 megatoneladas de resíduo eletroeletrônico, o que representa um aumento de 49% em relação a 2010. Infelizmente, a reciclagem destes materiais não acompanhou esta alta e apenas 3% foi descartado de forma segura e ambientalmente correta.

    Além disso, os dados apontam, também, que a reciclagem realizada com esses produtos ainda é predominantemente mérito de recicladores informais, pessoas que coletam esses eletroeletrônicos em lixões a céu aberto para extrair deles materiais que podem ser comercializados. Mas ao contrário do que muitos podem pensar, esse reaproveitamento não é a melhor opção, já que os produtos podem carregar substâncias tóxicas, como alguns metais pesados, óleos, gases de efeito estufa, entre outros, que quando manuseadas sem cuidado podem causar contaminação no solo, no ar e nos lençóis freáticos, impactando ecossistemas inteiros, além do grande risco à saúde dos envolvidos nessas operações.

    Entidades como a ABREE (Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos) têm o objetivo de receber produtos em final de vida útil e dar a eles a destinação correta. A associação conta com serviços habilitados e licenciados desde o transporte e armazenamento até a destinação final ambientalmente adequada destes produtos, em conformidade com os órgãos ambientais competentes. Dessa forma, garante também o cumprimento das exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei nº 12.305/2010) e do Decreto nº 10.240/2020.

    A ABREE conta com mais de 3 mil pontos de recebimento em todo território nacional, dando atendimento a mais de 1200 municípios. Para encontrar o mais próximo basta digitar o CEP e o produto a ser descartado para obter os endereços pelo site: https://abree.org.br/pontos-de-recebimento, onde também é possível ter acesso à lista completa dos produtos que podem ser descartados, como batedeira, ferro elétrico, fone de ouvido, liquidificador, máquina de costura, micro-ondas, purificador de água, televisão, entre outros.

    Após a retirada dos produtos nos pontos de recebimento, os parceiros da ABREE os encaminham para instalações industriais que realizam a desmontagem dos produtos, consolidação e triagem, chamada de manufatura reversa. Esse processo é realizado por pessoas capacitadas e de forma segura. Há substâncias que precisam receber tratamento adequado antes de serem descartadas para evitar riscos à saúde e ao planeta, enquanto alguns insumos poderão ser reintroduzidos em ciclos de produção para novos produtos, contribuindo para a redução no consumo de matérias-primas.

    Contudo, o papel mais relevante nesse processo é dos cidadãos. O cidadão consciente, consumidor de produtos eletroeletrônicos, deve buscar o descarte correto de seus produtos e, dessa forma, contribuir para deixar um planeta mais sustentável para as próximas gerações.

  • Dia do Otorrino: projeto destaca as contribuições do profissional à saúde

    Dia do Otorrino: projeto destaca as contribuições do profissional à saúde

    No dia 3 de março, é celebrado o Dia Nacional do otorrinolaringologista. Para marcar a data, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) lança o projeto “Meu Otorrino é 10!”, trazendo na voz de pacientes as principais contribuições que esse especialista proporciona à saúde de crianças, jovens, adultos e idosos.

    “Nossa especialidade é popularmente conhecida por cuidar do nariz, ouvido e da garganta, mas, também, é responsável por muitas outras atribuições. “Meu Otorrino é 10!” vem evidenciar isso por meio de depoimentos de pacientes que tiveram seus problemas resolvidos e sua saúde e qualidade de vida restabelecidas, após o tratamento com profissionais dessa especialidade”, explica o presidente da ABORL-CCF, Renato Roithmann.

    A iniciativa é considerada o lema da entidade para 2022 e abriga em dez frases exemplos dos principais papéis do profissional. “Meu otorrino é 10 porque ele cuida da minha garganta, ele me faz ouvir melhor, ele me faz dormir melhor, ele cuida da minha tontura, ele cuida da minha voz, ele me faz sentir os cheiros melhor, ele me ajuda a me comunicar melhor, ele me faz respirar melhor, ele melhora a minha autoestima, e, o mais importante, ele trabalha pelas causas sociais”, compartilha o presidente da entidade.

    Durante a semana, os canais institucionais da associação, como Instagram e Facebook, darão visibilidade a situações reais de pacientes que contaram com a participação do otorrino. Lideranças sociais, artistas, atletas, formadores de opinião e influenciadores digitais compartilharão suas experiências positivas sobre como a especialidade colaborou para a melhora da saúde. “Esta é mais uma atuação educativa para promover e motivar o cuidado com a saúde otorrinolaringológica da população e que iremos manter ao longo do ano todo,” complementa Roithmann.

    Além do lançamento do “Meu Otorrino é 10!”, a celebração do Dia Nacional do Otorrinolaringologista também será o tema de um programa especial do ORL Cast, o podcast da ABORL-CCF, que estará disponível no dia 4 de março.

    Para conhecer mais sobre a atuação da especialidade, as principais áreas de atendimento pautadas pelo “Meu Otorrino é 10!” são:

    Garganta

    Dor na garganta é um sintoma comum na população e pode indicar diversas doenças. Amigdalite, faringite, laringite, infecções respiratórias (como gripe, resfriado, rinite) e câncer são algumas delas. O otorrino é o especialista que avaliará a região da garganta e identificará qual a enfermidade e o tratamento recomendado.

    Ouvido

    Problemas de audição estão entre as deficiências mais comuns na população brasileira. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 2,5 bilhões de pessoas em todo o mundo ─ ou uma a cada quatro pessoas ─ viverão com algum grau de perda auditiva até 2050. Mas, além de auxiliar em tratamentos para a deficiência, o otorrino pode atuar em situações de distúrbios, infecções, dor, zumbido ou qualquer outra situação que afete a saúde do ouvido e a capacidade de escutar bem.

    Sono

    A otorrinolaringologia é uma das especialidades médicas que atuam na medicina do sono e permite ao profissional fazer diagnósticos e prescrever tratamentos a doenças ligadas às vias respiratórias, que podem interferir nesse importante estágio da noite. Quem sofre com roncos e apneias, por exemplo, precisa receber tratamento adequado. Caso contrário, pode desencadear problemas cardíacos, como pressão alta, arritmias e infarto agudo, entre outros.

    Respiração

    O jeito que respiramos pode impactar a qualidade de vida. Não inspirar pelo nariz pode ter como principais causas a rinite alérgica, adenoides, desvio de septo, ronco e apneia do sono, alteração do olfato, entre outros problemas que podem ser solucionados com a atuação do especialista.

    Tontura

    O médico otorrinolaringologista, que se especializa em Otoneurologia, é o profissional indicado para tratar as doenças do labirinto, órgão situado na parte interna da orelha e que é responsável pelo equilíbrio do corpo. Tonturas, vertigens e desequilíbrios são indicativos de que algo não está bem e o especialista irá diagnosticar, por meio de exames, se o problema está no labirinto e o que fazer para solucioná-lo.

    Voz

    Para mais de 70% da população ativa, a voz é o instrumento de trabalho mais exigido, mas nem por isso recebe os devidos cuidados. Cansaço ao falar, perda da voz no meio de frases, falta de ar enquanto fala, dificuldade ao engolir, pigarro constante, rouquidão, dor ou ardência na garganta podem ser indicadores de que a saúde vocal está comprometida. Em avaliação feita em consultório, o otorrino é capaz de reconhecer diferentes patologias ligadas à voz.

    Olfato

    Distúrbios de olfato se tornaram mais evidentes devido às sequelas causadas pelo coronavírus, mas a dificuldade em sentir cheiros não é uma ocorrência exclusiva da Covid-19. Existem diversas doenças que causam a diminuição ou perda dessa importante função. O otorrino atua para identificar a causa do problema e o tratamento adequado.

    Comunicação

    Problemas de linguagem e aprendizagem estão no escopo de atendimento do médico otorrinolaringologista, com especialidade em Foniatria. Entre os exemplos mais comuns de problemas que afetam a comunicação estão a gagueira, dificuldade em processar a informação, problemas auditivos ou de deglutição, doenças degenerativas, AVC e outros.

    Autoestima

    O otorrino também pode fazer cirurgias plásticas faciais com finalidades estéticas ou funcionais, que acabam refletindo na autoestima do paciente. A rinoplastia (plástica no nariz), por exemplo, é a mais popular delas. O diferencial é que este profissional atuará na preservação e integridade das funções respiratórias, orientações e cuidados pós-operatórios, que vão além da parte estética.

    Causas sociais

    Atribuições sociais fazem parte do compromisso ético no exercício da medicina. Uma das missões da Aborl-CCF, entidade que representa mais de 8 mil profissionais, é desenvolver ações que promovam a melhoria da saúde da população. Este ano, por meio de uma parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a instituição também terá projetos de atendimento à comunidade.

  • Cerca de 60% das pequenas empresas investirão em automação nos próximos 10 anos

    Cerca de 60% das pequenas empresas investirão em automação nos próximos 10 anos

    A utilização de softwares de automação, com o uso de robôs, ainda não é realidade na rotina de pequenos negócios, com até 25 funcionários. Entretanto, segundo a Pesquisa de Automação ABB Robotics 2021, realizada pela companhia de mesmo nome, 60% dessas pequenas empresas querem adotar processos de automação em até 10 anos. Já entre as médias empresas, o investimento em automação já faz parte da realidade de 71% dos entrevistados.

    A automação dos processos dentro das empresas, especialmente com a ascensão da chamada Indústria 4.0, é um caminho sem volta. Segundo a Gartner, em seu reporte sobre tendências tecnológicas para 2022, o mundo já está, inclusive superando o conceito de automação e investindo em hiper automação, que significa um crescimento acelerado do uso de tecnologias que promovam processos independentes em todas as áreas possíveis dentro das empresas.

    De acordo com a Statista, no caso do uso de robôs em automação, tecnologia conhecida como RPA (Robotic Process Automation, ou Automação Robótica de Processos, em tradução livre), existe a expectativa de que esse mercado alcance US$ 10 bilhões em 2023. Para se ter uma ideia do nível de crescimento do setor, em 2020, os investimentos foram de US$ 4 bilhões e não chegavam a US$ 1 bilhão em 2017.

    “A automação robótica de processos é um tema recente para muitos e tem transformado a forma com que as empresas trabalham. De forma resumida, o RPA é o uso de robôs digitais que farão trabalhos e processos repetitivos que antes eram realizados por pessoas. Esses robôs tendem a facilitar o dia a dia dos usuários que antes executavam tarefas demoradas e importantes para a empresa”, explica o especialista em Tecnologia da Informação, Paulo Roberto Barth.

    O profissional, que tem mais de 17 anos de experiência na área, afirma que o uso de RPA resulta em várias vantagens para a empresa, aumentando a competitividade delas no mercado. Otimização e agilidade nos processos, assim como maior produtividade nas rotinas diárias da organização são algumas dessas vantagens.

    “Além disso, o RPA pode trazer redução de custos para as empresas, tornando-as cada vez mais competitivas. O foco é direcionar o trabalho para funções mais estratégicas, tirando dos usuários trabalhos repetitivos, que demandam tempo e podem gerar erros. O RPA é uma tendência e ajudará muitas empresas e usuários a tornar suas tarefas repetitivas, que antes exigiam uma ou várias pessoas e que agora podem ser realizadas automaticamente”, acrescenta.

    Barth também explica que a tecnologia pode ser aplicada em várias áreas da empresa, sendo bastante eficiente na área fiscal e na emissão automática de documentos. “Podemos aplicar os robôs em vários processos, sendo os mais comuns em operações de vendas, operações em compras, conciliação em registros contábeis, comunicação entre órgãos do governo, como em recebimento de notas fiscais, gestão de folha de pagamento. Com isso, podemos afirmar que o RPA impacta na maioria dos setores como saúde, energia, finanças, bancos, manufatura, entre outros, podendo ser beneficiadas desde empresas de pequeno porte como de grande porte”, completa.

    Empresa conseguiu melhoria em 57% de performance do setor contábil com uso de RPA

    Em um relato de caso publicado no site da Associação de Empresas e Profissionais da Informação (Abeinfo), uma empresa de transportes afirma ter melhorado em 57% a performance do seu setor contábil com o uso da Automação Robótica de Processos (RPA). Segundo o relato, o fechamento contábil, que antes exigia sete dias de trabalho, utilizando em torno de 56h horas úteis, passou a ser concluído em três dias, demandando cerca de 24h úteis.

    O especialista em TI Paulo Roberto Barth, que participou da implementação de RPA no processo de recebimento de notas fiscais de uma empresa de grande porte, relata que o trabalho que antes consumia, por dia, três horas de três profissionais, passou a ser feito em 30 minutos por um profissional. “O processo de automação permitiu que aqueles três profissionais pudessem focar em atividades mais estratégicas para a empresa”, conclui. 

  • Com investimento bilionário, Barzel Properties adquire imóveis do grupo GPA

    A Barzel Properties, gestora imobiliária altamente conceituada no segmento corporativo e logístico, anuncia a aquisição de 17 imóveis atualmente pertencentes à Companhia Brasileira de Distribuição. Todos os ativos serão alugados à rede de atacados Assaí, em um formato de locação atípica, válida por 25 anos, em uma operação usualmente denominada no setor imobiliário como “sale and lease back”.

    As 17 lojas, localizadas em 14 cidades e distribuídas em 10 estados brasileiros, como São Paulo, Alagoas, Distrito Federal, Sergipe, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, eram utilizadas pelo grupo GPA para o desenvolvimento de suas atividades de hipermercado. Como parte do acordo, os imóveis serão reformados e modernizados pelo Assaí com o objetivo de adequar os prédios ao seu modelo de negócio. O valor do investimento a ser realizado pela Barzel é de R$ 1,2 bilhão.

    A gestora estruturou a operação com seus investidores institucionais e constituiu um fundo, o FII Barzel Retail, em uma oferta de esforços restritos. operação está sujeita à aprovação do CADE.

    “Com a operação, reforçamos o nosso DNA imobiliário que é usado para identificar as melhores oportunidades em busca de retornos sólidos de longo prazo aos nossos investidores”, sócio-fundador da Barzel Properties, Nessim Safarti.

  • Congresso da SBPC/ML será realizado em Santa Catarina, em outubro de 2022

    O 54º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, já tem data marcada: o evento irá ocorrer entre os dias 4 a 7 de outubro de 2022, em Florianópolis – SC. Os interessados em participar do evento, que é o maior do setor de Medicina Laboratorial da América Latina, poderão obter ais informações pelo site http://www.cbpcml.org.br/.

    SBPC/ML

    A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) é uma Sociedade de Especialidade Médica, fundada em 1944 e que atua na área de laboratórios clínicos. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem como finalidade reunir médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e profissionais de outras especialidades como farmacêutico-bioquímicos, biomédicos, biólogos e outros profissionais de laboratórios clínicos, além de empresas do setor.

    SBPC/ML – Atendimento à imprensa

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