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  • Escritório de AAI é o primeiro do Brasil a abrir 10% de sociedade para novos sócios

    Escritório de AAI é o primeiro do Brasil a abrir 10% de sociedade para novos sócios

    A Amur Capital, escritório ligado ao BTG Pactual, que iniciou suas atividades em dezembro de 2020, está iniciando o “Programa Partnership”, que consiste em dar oportunidades para profissionais do mercado financeiro se tornarem sócios do seu próprio negócio. O programa busca dar oportunidades a profissionais do mercado financeiro, alinhando à cultura da empresa.

    A novidade para o mercado é que essa abertura dos 10% de sociedade do escritório não é limitada apenas ao time atual do escritório, mas é aberta a todo profissional do mercado financeiro que deseja construir uma carteira de clientes investidores e ter participação do escritório sem toda a burocracia geralmente envolvida até alcançar a sociedade.

    O que é o Programa Partnership da Amur ?

    Buscar perfis comerciais que se adequem à cultura da Amur Capital, formado por pessoas proativas, que geram resultados, com sentimento de donas do negócio que não aceitam estar na zona de conforto e, acima de tudo, que respeite a singularidade de cada indivíduo, trazendo consigo o conceito “people first”, pessoas em primeiro lugar.

    O BTG Pactual, banco ao qual a Amur é plugada, tem como base essa cultura – que combina agilidade, foco no cliente, excelência, autonomia e visão de longo prazo para todos que fazem parte da empresa.

    O CEO da Amur Capital, Leandro Marchioretto, explica um pouco mais sobre o programa. “Todos já entram com uma pequena participação na empresa conforme a legislação, e o PartnerShip é uma retribuição para pessoas que trazem resultado e que estão alinhadas a visão, missão e propósito do escritório. Isso é o que queremos implantar, e também o que significa ser, verdadeiramente, Partnership de um negócio”.

    Para reforçar ainda mais essa ideia, por meio de uma matriz de análise, Leandro explica que existem dois eixos: resultados e cultura. Quando o eixo da cultura está alinhado ao eixo de resultados, a pessoa torna-se Partnership.

    Mas pode acontecer do item cultura ser satisfatório, mas não está alinhado ao eixo do resultado, neste caso, a Amur Capital realiza ações de mentoria e treinamento para que as questões técnicas sejam lapidadas. “Geralmente, é uma estratégia, uma tática ou uma comunicação que precisa ser melhorada.” exemplifica Leandro. 

    O CEO comenta também que este programa impacta positivamente no mercado, visto que atrai pessoas de alta performance, que buscam serem participantes de um projeto com propósito. “Nós vivemos um momento em que não se trabalha somente pela remuneração. Tem que ter um propósito, sentido, paixão; tem que existir algo além trabalho para que a pessoa se sinta feliz, e o Partnership dá esta oportunidade”.

    Atualmente, a empresa conta com cinco sócios PartnerShip e mais 51 sócios padrão. A meta é conseguir 150 sócios até o final de 2022. 

    O primeiro passo para associar-se a Amur Capital e  participar do Programa Partnership ter a certificação da Associação Nacional das Corretoras de Valores, a Ancord e, a partir desse momento, o interessado estará habilitado a fazer parte da seleção do programa.

    Ou seja, a empresa realiza uma seleção para entender se aquela pessoa possui o perfil e aptidões para se tornar associado do escritório. “Primeiro entra-se como sócio. O modelo de Partnership é um passo à frente. O sócio conseguindo atingir os pré-requisitos do programa, ele pode ter participações mais relevantes na empresa”, esclarece Marchioretto.

    Uma das sócias Partnership da Amur Capital é a Head de Operações, Gisele Borba. Ela possui nove meses de empresa, e há cinco foi convidada pelos outros sócios a participar do crescimento da empresa dentro da modalidade.

    Gisele conta que antes estava limitada a só um cargo, mas agora o cenário é outro. “Hoje, conforme a empresa for crescendo, eu entendo que meu potencial de crescimento, também cresce junto. Então, eu tenho todos os motivos para contribuir, para que a empresa só decole”, relata.

    Para saber mais sobre o Programa Partnership da Amur, o profissional deve entrar em contato através do e-mail expansao@amurcapital.com.br

  • Marca de moda circular inicia o ano com expectativa de crescer 15%

    Marca de moda circular inicia o ano com expectativa de crescer 15%

    Uma das características mais marcantes da geração Z é a preocupação com o consumo consciente. Em um relatório de tendências do Instagram, 23% dos jovens entrevistados disseram que pretendem comprar em lojas de segunda mão em 2022. Na mesma pesquisa, 24% falaram que querem contribuir para um mercado sustentável, vendendo produtos em lojas online ou pelas redes sociais.

    Presente na internet desde 2009, o Personal Brechó, das sócias Juliana Lenz e Priscilla Cunha, lançou um aplicativo (disponível para IOS e Iphone) em meio à pandemia. Com peças second hand, de marcas nacionais e internacionais, a dupla viu a necessidade de incorporar essa plataforma como um novo canal de venda, uma vez que 80% do tráfego do site já tinha o acesso feito via celulares.

    Sabe-se que os novos mecanismos tecnológicos ajudam a prever tendências, gerir a cadeia de abastecimento e reduzir o desperdício. Com isso, a indústria da moda descarta toneladas de materiais a cada ano e a realidade virtual pode ajudar os consumidores a experimentar peças escolhidas através da tela de um celular, diminuindo o carbono decorrente de trocas e devoluções. A tecnologia pode ser uma grande aliada da indústria da moda para uma transformação sustentável, e permite aos consumidores comprar e vestir peças ambientalmente responsáveis, e dar visibilidade às marcas que buscam um mundo melhor.

    A pandemia trouxe para a vida das pessoas o consumo consciente e sustentável com a moda circular online. Isso converge com a tecnologia de poder comprar produtos de qualidade, pelo seu celular, de qualquer lugar do Brasil, por um preço justo. O fato pode ser constatado em dados disponibilizados pela Priscilla Cunha, sócia da marca e responsável por toda a parte financeira e de E-commerce do empreendimento. “Em 2019, período pré-Covid19, o site teve, em média, 50.000 visitações mensais. Já em 2020 e 2021, anos de pandemia, o mesmo teve 75.000 acessos e cerca de 70% de novos usuários. Isso aumentou o faturamento em 40% e fez a marcar fechar o último ano com R$ 2.200.000,00 de receita. O aplicativo já representa 20% das vendas digitais, com ticket médio de R$900,00. Para 2022, a expectativa é de crescimento de 15%”, conclui.

  • Baixo crescimento e inflação alta são alertas para a indústria em 2022

    Baixo crescimento e inflação alta são alertas para a indústria em 2022

    A alta dos preços, incluindo de matérias-primas, taxas de juros elevadas e o poder de compra reduzido das famílias brasileiras seguem nas principais preocupações da indústria quando o assunto é a retomada das atividades na pós-pandemia. Em um cenário otimista, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima, que em 2022, o crescimento da economia seja de 1,8% mediante a combinação de fatores que incluem inflação controlada, política monetária e resolução dos gargalos produtivos. Os dados são da edição especial do informe conjuntural intitulado “Economia Brasileira 2021-2022”.

    Sob um olhar mais austero, levando em consideração as incertezas sobre a pandemia e o temor de algum retrocesso, o estudo prevê dificuldades na normalização das cadeias produtivas, que pode ser mais lenta, e a continuidade da desvalorização da taxa de câmbio real, que impacta no impulso às exportações brasileiras.

    Diante de tantas incógnitas, especialistas sugerem um bom planejamento que alie redução de custos sem comprometimento da qualidade de produção e, consequentemente, dos produtos, para evitar possíveis prejuízos.

    “Os custos de fabricação envolvem uma série de fatores, desde aqueles que estão sob nosso controle, até outros como a variação de preços da matéria-prima em mercados internacionais. Não há muito o que fazer com relação às variáveis externas, a não ser acompanhar as notícias e realizar o planejamento da aquisição de insumos; mas, dentro da nossa empresa, podemos focar em ações que auxiliam e reduzem os custos de fabricação, sem afetar a qualidade do produto ou serviço entregues”, analisa o engenheiro de produção Caio Gansauskas Pavanelli.

    Segundo ele, um dos principais fatores para redução de custo dentro do processo industrial diz respeito ao tempo de montagem e preparação de máquinas, conhecido como setup. “É fundamental que todo engenheiro de produção ou gerente industrial entenda que o tempo de setup é um custo improdutivo do seu processo, já que estamos investindo recursos financeiros, tempo e mão-de-obra em uma atividade que não está gerando bens e produtos. O setup pode ser reduzido com uma otimização do sequenciamento e planejamento da produção. E essa redução gera uma maior capacidade produtiva na fábrica”, explicou o especialista com mais de 12 anos de experiência na gestão de produtos e serviços, desenvolvida nas áreas de gerência industrial e gerência de sistemas de qualidade.

    O ganho revertido com a otimização desse processo observado por ele tende a chegar ao consumidor. “Por exemplo, temos uma fábrica que produz, em média, 1.000 peças de um determinado item de sua linha de fabricação todo mês. Após um estudo, nota-se que a empresa perde quase 10% de todo tempo de trabalho disponível em processos de montagem, mudanças de lote e preparação de máquinas, entre as produções. Se conseguirmos reduzir de 10% para 5% esse tempo ocioso, aumentamos a capacidade produtiva da fábrica de 1.000 para 1.055 peças no mesmo período. E isso pode ser repassado ao cliente como uma redução de preço final”, esclareceu.

    A estratégia que prevê contribuir na redução de custos sem prejudicar a qualidade é apenas mais uma aliada frente a outro desafio apontado pela CNI, no estudo “Sondagem Indústria da Construção”: o da escassez ou do alto preço da matéria-prima. Esse foi o gargalo apontado por 47,3% das indústrias da construção civil no quarto trimestre de 2021. Entre janeiro e março do ano passado esse percentual foi de 57,1%. A pesquisa publicada em 2022 contou com a opinião de 434 empresas.

    “Principalmente em tempos de alta volatilidade de preços das matérias-primas e componentes, cabe aos profissionais da indústria muito planejamento e criatividade para acompanhar os processos, tornando-os mais eficientes e lucrativos. Decisões equivocadas no planejamento, programação e controle da produção podem gerar um custo extra dentro do processo, tornando a empresa menos competitiva”, comentou Pavanelli.

     

     

  • Crise dos insumos segue preocupando a indústria em 2022

    Crise dos insumos segue preocupando a indústria em 2022

    Há seis trimestres seguidos a indústria brasileira enfrenta uma crise de abastecimento de insumos e matéria-prima. Em 2022, mesmo com problema amenizado, em comparação ao início de 2021, ele segue preocupando empresários, como mostrou pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no mês de janeiro passado. Pelo menos 60% das empresas pesquisadas relataram dificuldades com a falta ou alto custo de matérias-primas.

    A Sondagem Industrial da CNI, divulgada em fevereiro e relacionada às atividades entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022, mostrou que houve queda na atividade da indústria do país. Segundo a entidade, o índice de evolução da produção manteve-se em 43,1 pontos, abaixo da linha divisória que indica queda ou crescimento da produção. O índice de janeiro é praticamente o mesmo de dezembro passado, o que reforça a tendência de queda da produção industrial.

    Em relação aos estoques de insumos e matérias-primas, o primeiro mês do ano começou com 49,9, ainda abaixo da linha considerada ideal, que é de 50 pontos. Apesar disso, o resultado é melhor do que o registrado em janeiro de 2021, quando os estoques estavam em 48,3 pontos. Para garantir a produção e evitar que a falta dos insumos prejudique os resultados da empresa, é necessário fortalecer a área de gerenciamento de suprimentos, explica a especialista e consultora de Gestão de Estoques, Mirela Santinelli.

    “A pandemia alterou o ritmo do fluxo do comércio nacional e internacional, e nos fez refletir ainda mais sobre a importância de fortalecer a gestão dos estoques. A cadeia de suprimentos (também conhecida como Supply Chain) engloba todos os processos e caminhos pelos quais passam um produto, desde a sua produção até a chegada no seu consumidor final. Na prática, resumidamente, isso representa: a compra dos insumos, armazenamento, produção, transporte e distribuição. Em tempos de pandemia, dentre essas etapas, vale destacar um importante passo: o planejamento do estoque. É preciso ter cuidado para que a falta ou o excesso de produtos não comprometam os resultados da companhia”, reforça.

    A profissional, que tem mais de oito anos de experiência na área, ressalta que é possível fazer esse controle de estoque com base no histórico da rotatividade de mercadorias. “A empresa consegue identificar de quanto em quanto tempo é necessário reabastecer o seu estoque. É necessária uma análise profunda, que identifique períodos sazonais, descontos, promoções ou qualquer outra variante que possa alterar a futura venda de um insumo”, acrescenta.

    Redução de custos – Segundo Mirela Santinelli, um bom planejamento da área de suprimentos também pode garantir redução de custos, uma vez que possibilita estoque abastecido nos níveis necessários, atendendo a demanda de todos os clientes. “Quem planeja pode comprar com antecedência, negociar melhores preços e formas de pagamentos, além de evitar fretes urgentes. Da mesma forma, os grandes volumes também podem impactar uma empresa negativamente. Os custos adicionais com armazenamento, maior chance de avarias e a possibilidade do material se tornar obsoleto ou fora da data de uso são alguns dos principais riscos que a falta de planejamento pode trazer para a empresa”, conclui.

    Na construção civil, a falta de matéria-prima também atrapalhou o setor

    Na pesquisa Sondagem Indústria da Construção, também realizada pela CNI e divulgada no mês de janeiro, a falta ou alto custo dos insumos também foi um problema apontado pelos empresários do setor. Quase metade deles, ou 47,3% dos entrevistados, sinalizou a dificuldade em adquirir insumos. Segundo a entidade, este é o sexto trimestre consecutivo que o problema é destacado na pesquisa.

    O fato também preocupou o setor da construção civil durante a segunda metade de 2020 e durante todo o ano passado. O problema atingiu seu pico entre janeiro e março de 2021, quando foi apontado por 57,1% das empresas pesquisadas. Ainda que o nível seja menor em janeiro, o índice de preocupação da indústria com a falta de insumos é considerado elevado. Para chegar a esses dados, a entidade entrevistou 434 empresas do setor entre 3 e 14 de janeiro de 2022.

  • Arquitetura de interiores faz sucesso em ambientes comerciais

    Arquitetura de interiores faz sucesso em ambientes comerciais

    Ambientes empresariais que aliam estilo, conforto e adaptabilidade atraem a atenção, encantam e surpreendem. Causar uma boa impressão no espaço comercial, a ponto de fechar ótimos negócios e os clientes voltarem sempre, deve-se também ao trabalho de arquitetura de interiores realizado junto às empresas. Segundo a arquiteta Renata Pisani, que possui um vasto portfólio de projetos em ambientes empresariais, uma empresa de cara nova traz novo fôlego para a equipe. “Os colaboradores trazem mais resultados, pois ficam empolgados e orgulhosos em fazer parte de uma empresa bonita e os proprietários também direcionam os esforços em buscar o retorno desse investimento”, destaca.

    Para que o ambiente proporcione bem-estar tanto para os clientes, quanto para os colaboradores no seu dia a dia, que irão usufruir do espaço, é realizado um estudo sobre a marca e qual a mensagem pretende transmitir para, então, desenvolver o projeto arquitetônico e de interiores. “A finalidade e o segmento de atuação de cada empresa influenciam na criação dos projetos arquitetônicos e de interiores, uma vez que cada atividade tem um perfil de profissionais e de público alvo diferentes”, afirma Renata Pisani.

    De acordo com a arquiteta, escritórios de advocacia, por exemplo, pedem um tom mais austero e formal, conforme projeto realizado para o escritório Mauro Cavalcante & Wagner Advogados Associados. “As expectativas foram totalmente atendidas, o resultado ficou muito bom, deixando os espaços amplos e agradáveis”, disse o advogado Mauro Cavalcante de Lima.

    O diretor da Agência de Viagens Klas, Diego de Souza, observou alguns impactos positivos  da Arquitetura Comercial aplicada à nova sede da empresa. “Além de o ambiente ser muito mais confortável e agradável para trabalhar, também temos clientes e colaboradores nos dando um excelente feedback”, disse o empresário.Renata Pisani observa que quando as empresas mudam para um novo espaço, buscam também renovar os móveis, a iluminação e a distribuição dos espaços para um novo posicionamento da marca. “É uma maneira de a empresa mostrar para o mercado que é atual, moderna e capaz de inovar e se tornar melhor para os seus clientes e parceiros. E a Arquitetura Comercial colabora com esse processo, por isso, nos projetos usamos muitas informações e ideias vindas dos gestores, para compreendermos essa visão e colocarmos ela em prática”, explica a arquiteta.

    Outro grande sucesso em projetos de arquitetura de interiores para ambientes comerciais são realizados para a área de saúde. “Projetos comerciais na área médica necessitam de estudos de estratégias multissensoriais que proporcionem, em primeiro lugar, o bem-estar do paciente através de um ambiente lindo, funcional e acolhedor”, disse.

    Da mesma forma, para que tudo ocorra dentro do programado, sem prejudicar as atividades das empresas, é sempre preciso planejamento e cuidado com cada detalhe durante o processo. Portanto, contar com um profissional qualificado e comprometido com os resultados do seu negócio vai tornar o resultado final muito mais do que bonito, mas também seguro e eficiente.

  • Totens com iniciais do MC Neguinho do Kaxeta cobrem pontos da capital paulista

    Totens com iniciais do MC Neguinho do Kaxeta cobrem pontos da capital paulista

    As comemorações de lançamento do 4º DVD do MC Neguinho do Kaxeta, o NK, “Funk on the Beach 2” que marca os 22 anos de carreira do artista, já começaram.

    Hoje, 02/03 (quarta-feira), totens em 3D, com as iniciais do artista estarão espalhados pelos principais pontos da capital paulista: Praça da República, Estação da Luz, Brás, Tietê e Av. Paulista.

    A ação dá direito à leitura do QR Code com uma mensagem misteriosa, direcionando para o pré- save do single “Oh, Senhor”, que será lançado amanhã, 03 de março, (quinta-feira) em todas as plataformas digitais, às 12h. Quem escanear o QR Code e fizer o pré-save corretamente concorre a quatro pix de R$500,00 e um encontro especial de fãs com o próprio MC NK.

    A partir daí, a sorte está lançada. Muitas outras surpresas estão por vir. Por isso, basta ficar atento às redes sociais do artista.

  • Data Driven: 17% das empresas do país alcançaram o nível de maturidade

    Data Driven: 17% das empresas do país alcançaram o nível de maturidade

    Apesar de reconhecer que Data Driven é uma metodologia importante para processos organizacionais orientados a dados, nem todas as empresas utilizam o recurso em tomadas de decisão. É o que demonstra uma pesquisa do Grupo Toccato, empresa de soluções de negócio baseadas em dados, que mostra que apenas 17% das corporações já alcançaram o nível de maturidade Data Driven, com processos inteiramente orientados aos dados.

    O estudo “Projeto Maturidade de Dados: perspectivas para 2022” também mostra que 49% dos negócios estão no patamar de Data Safety – fase de definição das necessidades de dados e de busca de tecnologias – e 30% em Data Try – estágio em que se busca guiar as operações por dados. A sondagem coletou respostas de analistas, gerentes, coordenadores e diretores de 170 empresas privadas e órgãos públicos de várias áreas.

    Filipe Maia, cofundador da Lean Solutions, destaca que grande parte das empresas brasileiras ainda precisam assimilar que Data Driven vai muito além de uma ferramenta: trata-se de uma metodologia que possibilita que os empreendimentos tenham uma ideia exata do seu negócio, o que pode oferecer uma maior aptidão para usar oportunidades e se antecipar a tendências e reveses.

    “Tendo em vista as mais de quatrocentas empresas que atendemos, eu estimo que a maior parte dos negócios no Brasil ainda não atingiu uma maturidade de análise de dados. Até mesmo aqueles que possuem um bom volume de dados, tratados e organizados, não sabem como prosseguir a partir deles para a tomada de decisões”, observa. 

    Data Driven muda a dinâmica das decisões no mundo corporativo

    Para Maia, é bem verdade que a pandemia de Covid-19 trouxe à tona a revolução digital e acelerou processos, como o trabalho remoto e a incursão de milhares de negócios às vitrines digitais. Apesar disso, ainda há um longo caminho a ser trilhado pelas empresas, que têm pouco conhecimento e resistência ao desenvolvimento da cultura de dados.

    “Por falta de investimento em inovação, muitas empresas deixam de usufruir dos benefícios da metodologia, que pode mudar a dinâmica das decisões no mundo corporativo”, afirma.

    Segundo o empresário, as empresas devem investir em treinamentos corporativos em Business Intelligence. “Além disso, vale apostar em projetos de análise de dados, o que pode ser um fator decisivo para prosperar nesta fase de retomada da economia, em 2022”.

    Na análise de Maia, o futuro para as empresas que implementam uma cultura Data Driven irá possibilitar às pessoas um ganho tão alto em produtividade que estas sequer precisarão realizar as análises dos dados por conta própria.

    “Já existem ferramentas de automação no mercado capazes de fazer análises prescritivas e preditivas de forma automática, que antecipam o problema e propõem soluções para intervir. A própria Microsoft possui ferramentas para isso, como o Power BI, por exemplo”, conclui.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.leansolutions.com.br/

  • Novas tecnologias são opção para melhorar a produtividade

    Novas tecnologias são opção para melhorar a produtividade

    As novas tecnologias integram a agenda de empresas do Brasil e do mundo. Prova disso, 80% das corporações devem dar continuidade ou aumentar seus investimentos com tecnologias de automação – conjunto de tecnologias que possibilitam a redução de custos e o aumento da produtividade -, como mostra balanço da McKinsey.

    Ainda segundo a pesquisa, mais da metade das empresas estudadas já colocaram em curso quatro ou mais projetos de automação. Paralelamente, ao menos 15% das fábricas do país devem ter se automatizado seguindo os conceitos da Indústria 4.0 até 2028, segundo estimativa da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial). 

    Para Ananda Menezes, especialista em Business Intelligence da Lean Solutions, há uma relação direta entre a melhora na produtividade e a adesão a novas tecnologias. “A BI (Business Intelligence, na sigla em inglês – Inteligência de Negócios, em português), em particular, tem auxiliado empresas de diversos tamanhos e setores  com o desenvolvimento de relatórios mensais e aumento de produtividade”.

    Em linhas gerais, BI faz referência ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de dados que oferecem suporte à gestão empresarial, explica Menezes.

    “Ao lado de outras tecnologias, a BI é uma alternativa para garantir a produtividade, em um cenário em que as quinhentas maiores empresas do país deixam de ganhar R$ 230 milhões ao ano por conta da improdutividade”, diz, citando dados de um estudo da empresa de tecnologia Levee, realizada em 2019.

    BI simplifica processos e otimiza jornada de trabalho

    A especialista afirma que os profissionais, por conta de suas necessidades no trabalho, desenvolveram rotinas para atender demandas importantes.

    “Neste ponto, o fechamento mensal, por exemplo, é uma prática que existe em muitas empresas, para analisar o cenário geral e os dados financeiros ao fim de cada mês”, diz. “A pessoa encarregada dessa tarefa vive diariamente com um grande volume de dados em planilhas, e dispara por e-mail cada relatório. Com isso, ela perde muito tempo, além de gerar estresse e consequente insatisfação e desmoivação”.

    Em média, 56% dos trabalhadores formais estão insatisfeitos com o trabalho, segundo análise do Instituto Locomotiva, com base no comportamento de um grupo de 18,7 milhões de indivíduos.

    Um colaborador desmotivado representa um grande risco para uma empresa, afirma Menezes. “Além de poder afetar os demais, este profissional pode ser 125% menos produtivo do que os colegas que se sentem engajados e inspirados”, reporta, em referência a um levantamento da consultoria de gestão Bain & Company.

    “É por motivos como esse que as empresas precisam aplicar a Business Intelligence e ganhar produtividade. A maior ferramenta de BI do mercado, o Power BI, está disponível gratuitamente para uso e muitos nem a conhecem”, afirma.

    Por fim, a especialista em Business Intelligence da Lean Solutions explica que, quando o profissional responsável por fazer o fechamento mensal começa a dominar ferramentas digitais, nunca mais precisa fazer um fechamento. “Temos que pensar em Business Intelligence para além de uma forma de tomar decisões mais assertivas por meio de dados, também como uma solução de produtividade”.

    Para mais informações, basta acessar: https://www.leansolutions.com.br/

  • Nielsen lança e-book sobre diversidade para acabar com preconceito na comunição

    Nielsen lança e-book sobre diversidade para acabar com preconceito na comunição

    A Nielsen, empresa norte-americana focada em audiência e resultados, lança o e-book “Linguagem da diversidade: desconstruindo vieses para uma comunicação mais inclusiva”. A publicação tem como objetivo servir como um guia rápido e prático para ser consultado cotidianamente para reduzir o preconceito e a discriminação. 

    O e-book é uma ação educativa da Nielsen voltada tanto para o público interno quanto externo. É uma iniciativa da vertical de Diversity Equity & Inclusion, que tem como co-chair Ana Claudia Costa e Alexandre Menon. “Ao mudar pequenos hábitos, excluindo termos preconceituosos e ofensivos, contribui-se para a formação de uma comunidade mais diversa, inclusiva, equitativa e respeitosa – valores que são defendidos pela Nielsen”, afirma Menon.

    A publicação é dividida em sessões temáticas elaboradas e pensadas por colaboradores voluntários da Nielsen, que pertencem a diversos grupos e causas específicas que são complementares em suas missões-fim. Os temas principais são: sustentabilidade, consciência social, multiculturalidade e regionalismos, respeito entre gerações, comunidade negra, LGBTQI+ e mulheres.

    “O e-book traz termos fortes do dia a dia como sugestões, termos em desuso e frases, além de explanações sobre a origem de termos e sugestões de postura para abordagens futuras”, detalha Ana Claudia.

    Definições de termos como “Apropriação cultural”, “Discurso de ódio/Intolerância”, “Liberdade de expressão”, “Fenótipo”, “Intolerância religiosa” e “Xenofobia” estão entre as primeiras sessões do e-book, elaboradas pelo grupo Multinational Organization Supporting an Inclusive Culture. Há ainda exemplos de expressões linguísticas utilizadas em todas as regiões do Brasil.

    O tratamento correto a pessoas com deficiência é abordado no capítulo elaborado pelo Abled and Disabled Employees Partening Together (Adept). Os termos que fazem parte da comunidade LGBTQIA+ estão presentes na sessão escrita pela BRG Pride, assim como as expressões preconceituosas e depreciativas que não devem ser utilizadas.

    O capítulo escrito pela Sustaining Active Black Leadership and Empowerment (Sable) ajuda na desmistificação de preconceitos com a comunidade negra que se perpetuam através do vocabulário. Outro grupo importante que está contemplado neste manual é o das mulheres, desenvolvido pelo WIN (Women in Nielsen). Nesta sessão, uma lista de expressões machistas é apresentada com o objetivo de garantir o respeito à igualdade de gênero e ao protagonismo das mulheres. 

    Há ainda um capítulo sobre sustentabilidade e consciência social elaborado pela Driving Social Action Through Community Volunteering e pela Driving Environmentally Responsible Action Towards Climate Justice.

    O e-book de diversidade está disponível para consulta do público em geral no site da Nielsen. E pode ser lido em qualquer plataforma ou leitor digital.

  • Especialista dá dicas para aumentar motivação no trabalho durante a pandemia

    Especialista dá dicas para aumentar motivação no trabalho durante a pandemia

    Após quase dois anos de pandemia de Covid-19, mesmo com a vacinação contra o coronavírus Sars-Cov- 2 tendo atingido 72,3% da população brasileira com duas doses, a luz no fim do túnel ainda é difusa, com especialistas evitando tecer quaisquer estimativas sobre quando, de fato, terá fim a crise sanitária. As consequências para o equilíbrio emocional e a saúde mental dos brasileiros ainda serão mensuradas com mais precisão com o passar do tempo, mas já podem ser sentidas por grande parte da população.

    Antes mesmo do início da atual pandemia, cerca de 18,6 milhões de brasileiros já padeciam de distúrbios de ansiedade, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Com o agravamento da crise sanitária, novas questões surgiram, como, por exemplo, a necessidade de isolamento social e o recorrente luto gerado pela alta mortandade ocasionada pelo novo coronavírus, levando a OMS a criar uma nova terminologia para designar o cansaço e o esgotamento físico e mental provocados pela pandemia: fadiga pandêmica. 

    Outra expressão que ganhou popularidade nos últimos meses foi “definhamento” (ou “languishing”, no termo original, em inglês), criada pelo psicólogo inglês Adam Grant, cujos sintomas mais comuns são estagnação, falta de propósito e de motivação, dificuldade de concentração e queda de rendimento no trabalho. Já os sul-coreanos chamaram de “corona blues” (“tristeza de corona”, em tradução livre) o sentimento de depressão e estresse ocasionado pela pandemia de Covid-19, ao passo que os estadunidenses cunharam o termo “pandemic fine” (algo como “tudo bem pandêmico”), para explicar quando uma pessoa não tem problemas de saúde, mas não se sente bem.

    Traduzindo este impacto da pandemia no bem-estar (ou na falta dele) em dados, uma pesquisa feita pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) em parceria com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com mais de 45 mil brasileiros indicou que 35,2% dos adultos entrevistados disseram se sentir muitas vezes tristes ou deprimidos, e 41,3% relataram se sentir muitas vezes ansiosos ou nervosos.

    Para Daniela Menezes, advogada com formação em coach pessoal e educacional, leader coach, analista comportamental e palestrante motivacional que atua com palestras e treinamentos corporativos para as empresas, a desmotivação no ambiente de trabalho é uma consequência natural do longo período de pandemia de Covid-19 que se abate sobre a população. Mas algumas ações podem ajudar a mitigar este cenário, como estas sete dicas que se apresentam a seguir:

    Crie um ambiente mais seguro para os colaboradores

    “Principalmente para aqueles que não tiveram a opção de home office, voltar ao trabalho ou permanecer na rotina, durante a pandemia, pode não ser uma tarefa muito simples.” 

    Promova uma boa comunicação e aja com transparência

    “A falta de comunicação é um problema que pode provocar sérios danos a qualquer empresa, ainda mais, diante da nossa nova realidade enfrentando uma pandemia.”

    Crie um relacionamento honesto e próximo

    “Sempre que notar diferenças de comportamento no colaborador, chame-o para uma conversa. Muitas vezes, ele precisa ser ouvido e tem medo de se aproximar.”

    Dê feedback humanizado e incentive mais

    “Atitudes negativas ou mudanças de comportamento podem ser alteradas com um bom diálogo e troca de feedbacks. O gestor deve, além de expor seus pontos, se mostrar aberto para ouvir e entender a dor do colaborador.”

    Recompense e valorize seu funcionário

    “O colaborador que se enxerga como parte de um processo, que entende sua função e é valorizado por ela, tende a querer dar sempre seu melhor.”

    O uso de um sistema de gestão integrada

    “Para acompanhar e orientar a sua equipe à distância, existem diversas opções de ferramentas online que apoiam o planejamento, execução e monitoramento do trabalho, além de potencializar a comunicação com colegas e clientes.”

    Invista na carreira dos colaboradores

    “Oferecer cursos, treinamentos e capacitações específicas pode fazer com que os profissionais se sintam valorizados, principalmente nesse momento.”

    Para mais informações, basta acessar: https://palestrantedanielamenezes.com.br/