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Palmeiras vence Flamengo em jogo eletrizante e histórico

Jogaço! É assim que temos que definir a partida válida pela Supercopa do Brasil, ocorrida neste sábado (28/01) no estádio Mané Garrincha em Brasília.

Ah…início de temporada, equipes fora de ritmo, por isso saíram tantos gols. Os negativistas de plantão, os adoradores de Celso Roth e Joel Santana sempre tem frases prontas para desmerecer uma boa partida.

A verdade é que Flamengo e Palmeiras promoveram ao amante do futebol uma partida que esta para sempre na história do futebol mundial. Não devendo nada a nenhum torneio nutelinha por ai.

Sim tivemos um jogo, com grandes jogadores e muitas variações, quaisquer que fosse o vencedor, seria merecido e justo.

Do lado alviverde se mostrou a força da estrutura da comissão técnica e da qualificação do trabalho em equipe do Palmeiras, um time com muita, muita entrega ao esquema tático e com jogadores que tem o diferencial de desequilibrar, como Dudu, Veiga, Gomez e Weverton. Outro ponto super positivo é a partida de Gabriel Menino, que oscilou na última temporada e nesta partida jogou demais e foi coroado com dois gols, um deles, um golaço.

No rubronegro com o início dos trabalhos de Vitor Pereira, não se esperava uma definição tática muito diferente do que Dorival vinha fazendo, coerência total. E que dizer das fantásticas peças do elenco: Gabigol, Pedro, Arrascaeta, Gérson, Filipe Luis, Cebolinha, Vidal e Cia só valoriza ainda mais a conquista palestrina.

Arbitragem horrível

Ao todo, Wilton Pereira Sampaio teve que advertir nove pessoas. Foram cinco jogadores do Flamengo (incluindo Marinho, no banco) e um do Palmeiras. Além deles, Abel Ferreira – com um chutão no microfone – e o auxiliar dele foram expulsos com o jogo rolando. Ainda teve um cartão amarelo para Luís Miguel, assistente de Vítor Pereira, no primeiro tempo.

Wilton para a boa imagem do jogo e por não “ter pulso” para segurar o respeito a regra deveria ter advertido o goleiro do Palmeiras Weverton e Gabigol, onde o jogador do Flamengo seria expulso, por já ter cartão amarelo, o árbitro preferiu “preservar o clima do jogo” e rasgou o livro de regras

O gol que decidiu o jogo é retrato de que o problema não é o VAR, mas sim quem o utiliza, e os árbitros do VAR não avisaram a arbitragem sobre o impedimento de Mayke no chute.

PALMEIRAS X FLAMENGO

FICHA TÉCNICA

  • Estádio: Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF)
  • Data e hora: 28 de janeiro, às 16h30 (de Brasília)
  • Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
  • Assistentes: Bruno Boschilia e Bruno Raphael Pires
  • VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira
  • Renda/Público: Presente: 56.095 e R$ 11.592.774,70

Gols: Gabigol (26’/1T e 6’/2T) e Pedro (16’/2T) pelo Flamengo / Raphael Veiga (38’/1T e 13’/2T) e Gabriel Menino (49’/1T e 29’/2T)

Cartão amarelo: Gabriel Menino (PAL), Gabigol (FLA), David Luiz (FLA), Everton Ribeiro (FLA),  Marinho (FLA) e Pedro (FLA). 
Cartão vermelho: Não houve. 

PALMEIRAS (Técnico: Abel Ferreira)

Weverton, Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez; Gabriel Menino (Jailson, 33’/2T), Zé Rafael (Luan, 42’/2T) e Raphael Veiga; Rony (Rafael Navarro, 42’/2T), Dudu (Breno Lopes, 42’/2T) e Endrick (Mayke, 19’/2T). 

FLAMENGO (Técnico: Vítor Pereira)

Santos, Varela (Matheuzinho, 31’/2T), David Luiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas (Matheus França, 50’/2T); Thiago Maia, Gerson (Vidal, 35’/2T), Everton Ribeiro e Arrascaeta (Cebolinha, 31’/2T); Gabi e Pedro. 

Maior do Brasil

Com o título da Supercopa na tarde deste sábado, o Palmeiras aumentou a vantagem para o Flamengo como maior vencedor de títulos nacionais. A equipe paulista já tinha passado a rubro-negra quando conquistou o Brasileirão de 2022. Agora, amplia esse número.

Veja abaixo o ranking:

Palmeiras: 17

  • Brasileirão: 11 (1960*, 1967*, 1967**, 1969**, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018 e 2022)
  • Copa do Brasil: (1998, 2012, 2015 e 2020)
  • Copa dos Campeões: 1 (2000)
  • Supercopa do Brasil: 1 (2023)

* Unificado pela Taça Brasil
** Unificado pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa

Flamengo: 14

  • Brasileirão: 7 (1980, 1982, 1983, 1992, 2009, 2019 e 2020)
  • Copa do Brasil: 4 (1990, 2006, 2013 e 2022)
  • Supercopa do Brasil: 2 (2020 e 2021)
  • Copa dos Campeões: 1 (2001)

Corinthians: 11

  • Brasileirão: 7 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017)
  • Copa do Brasil: 3 (1995, 2002 e 2009)
  • Supercopa do Brasil: 1 (1991)

Cruzeiro: 10

  • Brasileirão: 4 (1966*, 2003, 2013 e 2014);
  • Copa do Brasil: 6 (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018)

*Unificado pela Taça Brasil

Santos: 9

  • Brasileirão: 8 (1961*, 1962*, 1963*, 1964*, 1965*, 1968**, 2002 e 2004)
  • Copa do Brasil: 1 (2010)

*Unificado pela Taça Brasil
**Unificado pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa

Grêmio: 8

  • Brasileirão: 2 (1981 e 1996)
  • Copa do Brasil: 5 (1989, 1994, 1997, 2001 e 2016)
  • Supercopa do Brasil: 1 (1990)

Atlético-MG: 7

  • Brasileirão: 2 (1971 e 2021)
  • Copa do Brasil: 2 (2014 e 2021)
  • Supercopa do Brasil: 1 (2022)
  • Copa dos Campeões do Brasil: 1 (1978)
  • Copa dos Campeões Estaduais: 1(1937)

São Paulo: 6

  • Brasileirão: 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008)

Fluminense: 5

  • Brasileirão: 4 (1970*, 1984, 2010 e 2012)
  • Copa do Brasil: 1 (2007)

*Unificado pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa

Vasco: 5

  • Brasileirão: 4 (1974, 1989, 1997 e 2000)
  • Copa do Brasil: 1 (2011)

Internacional: 4

  • Brasileirão: 3 (1975, 1976 e 1979)
  • Copa do Brasil: 1 (1992)

Botafogo: 2

  • Brasileirão: 2 (1968* e 1995)

*Unificado pela Taça Brasil

Athletico: 2

  • Brasileirão: 1 (2001)
  • Copa do Brasil: 1 (2019)

Sport: 2

  • Brasileirão: 1 (1987)
  • Copa do Brasil: 1 (2008)

Bahia: 2

  • Brasileirão: 2 (1959* e 1988)

*Unificado pela Taça Brasil

Coritiba: 1

  • Brasileirão: 1 (1985)

Guarani: 1

  • Brasileirão: 1 (1978)

Criciúma: 1

  • Copa do Brasil: 1 (1991)

Juventude: 1

  • Copa do Brasil: 1 (1999)

Santo André: 1

  • Copa do Brasil: 1 (2004)

Paulista: 1

  • Copa do Brasil: 1 (2005)

Paysandu: 1

  • Copa dos Campeões: 1 (2002)

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