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Ayrton nos deixou há 29 anos e é impossível não reverenciar este ícone


O dia 1° de maio de 1994 é uma das poucas datas que me recordo de tudo o que aconteceu comigo com detalhes absurdos.

Um dia que chorei por alguém que nunca vi, ou tão pouco cumprimentei.

Um dia onde vi um grande atleta perder sua vida.

Um dia vi uma nação com uma chaga difícil de cicatrizar.

Cicatrizes que permanecem e dia a dia nos recordam deste dia dolorido.



E no dia do trabalho sempre nos recordamos deste trabalhador, que sabia da dor do povo brasileiro e tentava, de alguma forma, com suas vitórias, amenizar a dor do dia a dia.

Senna, sonhamos com suas aceleradas, em suas ultrapassagens.

Sua dedicação à carreira, sua obstinação em melhorar nos faz acreditar que podemos sim conquistar o que desejamos.

Obrigado Senna, que aí do plano que você esteja possa ainda acelerar por nós aqui neste plano.

Este colunista pode até não ser “sennista”, mas não posso negar ser seu fã eterno.

Por Fernando Alves Firmino

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