Ouro no salto e prata nas paralelas de Rebeca, coloca o Brasil definitivamente no mapa da ginástica

O sorriso no rosto de Rebeca Andrade ao cravar dos saltos era a certeza da missão cumprida no Mundial de Kitakyushu. Neste sábado, a campeã olímpica se tornou também campeã mundial do salto.

O ouro no Japão foi a primeira medalha da ginasta de 22 anos em Mundiais e a primeira grande conquista apenas dois meses e meio depois de brilhar nas Olimpíadas de Tóquio.

E poucas horas depois ela voltou ao pódio com uma prata nas barras assimétricas. Foi a primeira vez que um ginasta do Brasil conseguiu duas medalhas em um único Mundial. Um dia histórico para Rebeca.

“Não fui obrigada a chegar aqui, mas eu trabalhei muito e me empenhei de mais, acho que eu mereci, estou fazendo parte das lendas do Brasil, estou feliz comigo e com minha equipe. Sonhei com esse momento”

disse Rebeca

A final das barras paralelas assimétricas

Rebeca Andrade foi a segunda a se apresentar e fez uma série com ligações limpa e consistente, mas acabou não fazendo uma ligação importante e com isso, perdeu 0,4 de dificuldade em relação à qualificação.

Essa foi a primeira medalha do Brasil no aparelho em Mundiais ou Olimpíadas. “É o meu aparelho favorito, estou muito feliz com o resultado, não vejo a hora de pegar a minha medalha”, disse Rebeca.

Ela ainda pode garantir mais uma medalha no Mundial de Kitakyushu na trave, neste domingo (23). A brasileira decidiu não competir no solo e, por conta desta decisão, também não pode competir no individual geral em Kitakyushu.

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