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Soccer Grass ainda tem relação com a WTorre e permanece como a responsável pelo piso da arena, mas não é mais parceira comercial do Verdão e não cuida mais da manutenção do CT

Nesta segunda(29/01) a novela sobre o gramado do Allianz Parque ganhou mais um capítulo: o Palmeiras anunciou a rescisão com a empresa Soccre Grass, empresa responsável pelo gramado do Allianz Parque e do CT do clube.

Nesta segunda-feira, a Soccer Grass informou que entrou em contato com a fabricante do piso para resolver o problema que se deu na arena. Leia nota completa abaixo.

A diretoria palestrina, contudo, não está satisfeita com as soluções apresentadas. No dia anterior, após a vitória sobre o Santos, o Verdão anunciou não joga no estádio enquanto não houver a “manutenção necessária”.

A rescisão em questão é do acordo entre Palmeiras e Soccer Grass, mas a parceria da empresa com a Real Arenas, responsável pelo Allianz Parque, permanece. Ou seja, a empresa ainda é a responsável por tratar da melhoria do gramado do estádio com a WTorre.

Já o campo sintético da Academia de Futebol não terá mais a manutenção feita pela Soccer Grass. O clube entendeu que após meses de conversa sobre a piora da condição dos campos sintéticos as opções apresentadas não são suficientes para ter o gramado novamente em condições ideais.

Veja a nota completa da Soccer Grass

“A Soccer Grass revende e instala no país os sistemas de gramados artificiais profissionais mais avançados, mais respeitados e mais tecnológicos do mundo.

Sistemas esses, testados, aprovados e também reconhecidos mundialmente, tanto que, em todos os serviços executados para clubes profissionais, dentre eles a Sociedade Esportiva Palmeiras em parceria com a Real Arenas / WTorre, os materiais empregados, assim como, todo o “sistema em si” são devidamente certificados e avaliados periodicamente pelos seus técnicos e pela FIFA.

Em virtude dos problemas observados num dos componentes que integram o sistema do gramado artificial do Allianz Parque, a Soccer Grass informa que, já iniciou as tratativas com as fabricantes do produto e do sistema, frise-se, indústrias de renome e reconhecimento mundial, a fim de que possam fazer as respectivas análises técnicas, prestem os devidos esclarecimentos e, naturalmente, procedam a troca do referido produto nos campos em que o mesmo não estiver mantendo suas características originais de fábrica.

A Soccer Grass, empresa com mais de 30 anos de atuação e líder no mercado de pisos esportivos e gramados sintéticos no país, está conduzindo todas as suas ações no sentido de buscar junto aos seus parceiros e fornecedores a melhor solução para esse problema, no menor tempo possível”.

Comunicado do Palmeiras

A Sociedade Esportiva Palmeiras informa que, em razão das atuais condições do gramado do Allianz Parque, somente voltará a mandar jogos no estádio quando a Real Arenas honrar com a sua obrigação de realizar a manutenção adequada do campo.

Importante salientar que o problema não é a grama sintética, implementada justamente com o intuito de oferecer aos atletas um piso sempre em perfeitas condições, mas o descaso da superficiária com a qualidade do campo, que exige melhorias urgentes.

Em função da irresponsabilidade de terceiros, não temos o direito de colocar em risco a integridade física de profissionais – sejam do Verdão, sejam das equipes adversárias.

Caso a superficiária do Allianz Parque insista em protelar a solução necessária para este grave problema, exigiremos junto aos órgãos competentes a interdição da arena.

O problema é a grama sintética?

Não, definitivamente não. A grama sintética é a solução perfeita para estádios com muitos eventos e com dinamismo suficiente para manter jogos no local.
O grande problema não é a grama sintética, mas sim a sua dinâmica de manutenção e conservação.
A grama sintética exige, sim, cuidados, manutenção para que seja boa. A própria FIFA em seus manuais recomenda isto e quaisquer especialistas concorda com esta premissa.

Comentou o Prof Fernando Alves Firmino, do ESPORTESNET

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