Maior expoente da babaquice de nossos novos “ídolos” Neymar não pode ser considerado o único vilão na pandemia

Neymar fazendo alguma idiotice ou dizendo asneiras não é novidade.

Desde que o craque surgiu sua boca é uma latrina ambulante, o que não condiz com seu talento incrível com a bola.

A Pandemia só mostrou o que já se espera do craque da seleção brasileira e do PSG.

Fazer festa com aglomeração e desrespeitando todas as normas sugeridas pelas autoridades sanitárias é só mais um de tantos capítulos de asneiras e desrespeito de Neymar e seus asceclas.

Contudo ele não pode ser o único vilão nesta história. Na onda das asneiras e desrespeito centenas de pseudos ídolos agem da mesma forma, servindo como exemplos de tudo o que não devemos ser.

Nunca considerei Neymar ídolo. Craque sim, mas ídolo é colocar ele na mesma prateleira de Pelé, Senna, Romário, Sócrates, entre outros.

Não dá…não cabe na mesma frase as palavras Neymar e ídolo.

O mimado e desconectado craque é só mais um de tantos ídolos negacionistas e que não ligam para o país.

O mais triste é o exército de pessoas que cegamente defendem tudo o que pessoas como estás fazem ou dizem, por mais imbecil que seja.

O craque sempre vai estar com minha torcida, mas suas babaquices tem limite, ainda mais quando brincam com a vida.

Para quem perdeu amigos e viu pessoas próximas sofrendo na Pandemia, não só por conta da doença, mas pelo desemprego e outras mazelas sociais.

Fico triste por pessoas como estás estarem na vanguarda da mídia e servindo como um mal exemplo aos nossos guris.

Cresci com exemplos como Sócrates, Zico, o doido Romário que tinha bom posicionamento social, Kaká, César Sampaio, Cafu, Raí, Tele Santana, Osmar Santos, Joelmir Beting e tantos outros que agregaram muito a minha personalidade.

Cuidem-se e feliz ano novo

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