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Segundo dados do primeiro boletim Focus de 2022, divulgados no dia 3 de janeiro pelo Banco Central (BC) e apontados pela Agência Brasil, o mercado financeiro reduziu, mais uma vez, a previsão de crescimento da economia do país neste ano. O documento mostra um Produto Interno Bruto (PIB) de 0,36%. Na semana anterior, era de 0,42%. Além disso, também houve uma redução por parte do mercado no que se refere à previsão do PIB no ano de 2021 para 4,50%. A estimativa anterior a essa era de 4,51%. Quatro semanas antes estava em 4,71%. Para 2023 e 2024, o mercado financeiro se manteve estável com a projeção anterior, mostrando expansão do PIB em 1,80% e 2%, respectivamente. 

Em relação à inflação, ficou definido na ocasião que para 2022 o valor seria 5,03%, semelhante à anterior. Para 2021, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou para baixo, indo de 10,02% para 10,01% – a quarta queda após 35 semanas seguidas de alta. Para 2023 e 2024, a expectativa é de 3,41% e 3%, respectivamente. A estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, no final deste ano, girou em torno de 11,50% – a mesma da semana anterior. A taxa atual estipulada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) está em 9,25% ao ano. Para o final do próximo ano, estima-se que a taxa vá para 8% ao ano. Em 2024, 7%. 

Mercado eleva para 6,45% a estimativa para inflação em 2022.

Segundo informações divulgadas no dia 14 de março pelo BC, retiradas do Portal G1, após crescimento no valor dos combustíveis, economistas do mercado financeiro aumentaram a estimativa de inflação deste ano para 6,45% – a nona alta consecutiva no cálculo do mercado financeiro em relação à inflação. Os dados foram recolhidos na semana anterior a partir de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. O reajuste no preço dos combustíveis foi anunciado pela Petrobras em um cenário de disparada do valor do petróleo e guerra no território da Ucrânia. 

Caso a previsão se cumpra, será o segundo ano consecutivo de estouro da meta de inflação – no ano passado, o IPCA totalizou 10,06% (o mais elevado desde 2015). A meta central de inflação para este ano é 3,50%. Em relação ao PIB, o mercado financeiro elevou a previsão de crescimento deste ano de 0,42% para 0,49%. Para 2023, houve uma redução por parte do mercado na expectativa de alta do PIB, de 1,50% para 1,43%.