O processo de avanço digital no Brasil já estava encaminhado, e a crise sanitária e as medidas restritivas impostas para combater a propagação do novo coronavírus aceleraram alguns movimentos. Em 2021, a vacinação ajudou no avanço para o relaxamento da quarentena e a reabertura das lojas físicas. Ainda sim houve alta do comércio eletrônico, que de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), movimentou mais de R$ 150 bilhões no ano passado.

Atualmente há diversas plataformas de compras virtuais e marketplaces, desse modo, diferenciar-se se faz mais necessário. Pensando nisso, é preciso conhecer alguns passos para se destacar no e-commerce:

1) Personalizar o atendimento: uma das formas que têm uma boa aceitação. Entender a dor de cada cliente é fundamental para entregar um produto/serviço assertivo.

2) Reputação: para tornar as vendas mais ágeis e seguras, contar com bons fornecedores e parceiros é primordial. Para que esses processos terceirizados funcionem, o ideal é proporcionar treinamento completo para o manuseio do produto. Esse tipo de investimento acaba se tornando um diferencial da empresa, por garantir que todos os passos sejam tomados corretamente.

3) Conversar com o cliente: a linguagem próxima do consumidor e personalizada nos canais de atendimento diferencia a sua venda de outros e-commerces. Hoje, as redes sociais vão além do entretenimento e se tornaram ferramentas de vendas, como o WhatsApp e Instagram. Uma vez que o consumidor utiliza essas plataformas, espera-se uma maior interação com outras pessoas e com a própria empresa do que simplesmente ‘adicionar ao carrinho, calcular o valor do frete e escolher opção de pagamento’.

Hoje se encontra todo o tipo de e-commerce: supermercados, que antes não era uma prática comum, entrega de flores, que anteriormente era mais regionalizada conforme as floriculturas locais, agora se expandiu para o Brasil inteiro e algumas até entregam em outros países, assim como farmácias e o foodservice. As compras virtuais vieram para ficar.

*Por Clóvis Souza, fundador da Giuliana Flores