Brasil sofre no meio de campo e no posicionamento da defesa e o talento de Vini Jr salva a estreia verde amarela na Copa 2026
Tentaram colocar a culpa no calor, no nervosismo da estreia, mas quem conhece sabe que isto não é verdade. Jogadores consagrados, acostumados com clima tropical e as maiores competições do planeta, não podem dar estas desculpas esfarrapadas.
A seleção brasileira sofreu por falta de aplicação tática. Não é o resultado que espanta, afinal no atual cenário, não é nada assustador ou depreciativo empatar com Marrocos.
O que o Brasil sofreu nos primeiros trinta minutos de jogo com Marrocos foi assustador: Marrocos implodiu a seleção brasileira com velocidade e ocupação de esapços. O Brasil se via perdido em meio a neblina que pairava no posicionamento tático da seleção com a defesa sendo o ponto fraco e o meio campo inexistente no primeiro tempo.
O tão badalado e inexplicavelmente convocado Lucas Paquetá, foi desastroso, junto com Ibanez foi um dos piores em campo, completamente inútil, sua morosidade é irritante. Ibanez peca pelo excesso de força, querendo mostrar algo que não precisava, tentou várias vezes se antecipar as jogadas e perdeu todas as jogadas.
O Brasil comandado por Ancelotti tomou o gol em uma jogada digna do maravilhoso futebol de várzea: bola perdida no ataque pelo “incrível” Lucas Paquetá, posisiomento completamente errado da defesa e gol.
No segundo tempo, as mudanças realizadas por Ancelotti deram resultado, equilibraram a partida e deram algumas respostas para o treinador: Ibanez, Igor Thiago e Paquetá não tem espaço neste momento na equipe.

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