Preparação da delegação brasileira para os próximos Jogos Olímpicos de Inverno

O ciclo olímpico para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milano-Cortina 2026 já começou, e o Brasil busca consolidar sua presença como a maior potência dos esportes de inverno na América Latina. Após uma participação histórica em Pequim 2022, o Comitê Olímpico do Brasil (COB), em conjunto com as confederações de desportos na neve (CBDN) e no gelo (CBDG), trabalha para garantir uma delegação competitiva e numerosa na Itália.

Principais modalidades e promessas de qualificação

A expectativa é que o país seja representado em modalidades tradicionais, como o Bobsled, onde o quarteto brasileiro é presença constante, e o Esqui Alpino. No entanto, novas frentes estão sendo abertas. O Skeleton e o Curling têm apresentado evolução técnica significativa, com atletas treinando em centros de excelência na Europa e América do Norte para alcançar o índice olímpico necessário.

A qualificação olímpica para esportes de inverno é rigorosa e baseada em rankings mundiais da Federação Internacional de Esqui (FIS) e outras entidades reguladoras. Portanto, os atletas brasileiros participam de um calendário intenso de Copas do Mundo e circuitos continentais para somar pontos cruciais antes do fechamento da janela de classificação em 2025.

Estrutura de treinamento e investimentos no ciclo 2026

O investimento em tecnologia e intercâmbios tem sido o diferencial para os esportistas que vivem em um país tropical. Através de leis de incentivo e parcerias com federações internacionais, o Brasil consegue manter seus principais nomes em contato direto com as pistas de gelo e neve mais desafiadoras do mundo.

Além do suporte técnico, a saúde mental e a preparação física específica para climas extremos são prioridades. O objetivo do Grupo ESPORTESNET é acompanhar de perto cada passo dessa jornada, trazendo informações exclusivas sobre os bastidores da preparação nacional.

O impacto de Milano-Cortina para os esportes de inverno no Brasil

Participar de uma Olimpíada na Europa, em cidades com forte tradição esportiva como Milano e Cortina d’Ampezzo, oferece uma visibilidade única. Isso atrai novos patrocinadores e desperta o interesse de jovens talentos brasileiros que vivem no exterior, fortalecendo a renovação da delegação brasileira para as edições futuras.

Lucas Pinheiro é nossa esperança no Esqui Alpino


Descubra mais sobre ESPORTESNET

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.