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Copa Petrobras: líder compara situação à do Corinthians

 

 

 

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     Um dos dramas atuais dos esportes de equipe é justamente conseguir manter os membros de um time que se destaca na temporada. E é isso o que está vivendo o atual líder da Copa Petrobras de Marcas, Nonô Figueiredo, piloto que também estreou em 2017 o patrocínio da família de produtos de segurança virtual de dados HERO. Campeão no ano passado, Nonô tinha nas mãos a missão quase impossível de manter o excelente nível de seu time com um grupo de técnicos totalmente novo.

     "Na pré temporada 2016-2017, eu entendi exatamente o que o Corinthians passou de 2015 para 2016. É uma situação extremamente difícil", conta ele. "Os demais times passaram a assediar nossos técnicos e tivemos que passar por uma renovação total. Hoje eu me sinto muito feliz em dizer que acertamos na escolha dos novos colegas de trabalho. Eles são incríveis, nos surpreendem a cada dia de trabalho e são os grandes responsáveis pelo sucesso na missão que tivemos nas mãos até aqui", conta o piloto da HERO que chegou em terceiro na etapa disputada neste sábado em Cascavel e ampliou sua liderança na classificação do campeonato.

     Dianteira ampliada - Nonô Figueiredo soma agora 101 pontos, 40 a mais do que o segundo colocado, Vicente Orige. Felipe Tozzo, que até a corrida deste sábado era o vice-líder, não completou a prova e continua com 68 pontos, agora na terceira posição. No quarto lugar estão empatados Enzo Bortoletto e Pedro Boesel, que totalizam 64 pontos, seguidos por Thiago Marques (49).

     A vitória na corrida deste sábado foi de Daniel Kaefer, que cruzou a linha de chegada à frente de Vicente Orige. O piloto da HERO completou o pódio, no terceiro lugar e ressaltou o nível de dificuldade da prova: "Posso dizer que a corrida foi muito difícil para todos", definiu ele. "Percebi que tanto o Kaefer quanto o Vicente (primeiro e segundo colocados) também estavam andando no limite. Uma prova disso é que os tempos foram muito próximos da pole position - e isso me surpreendeu muito, pois exige do piloto buscar ao máximo a superação de cada trecho da pista. Andamos todos no nosso limite, e em alguns casos até além disso", destaca o piloto da HERO.

     Nonô conta que andar com o lastro de sucesso imposto por regulamento ao líder da pontuação complica ainda mais a situação: "Eu sabia que com 80 kg a mais do que o Kaefer, se ele não errasse, seria muito difícil passa-lo. E com 40 kg a mais do que o Vicente eu talvez tivesse alguma chance de ter uma boa briga com ele, mas o Vicente pilotou muito bem e eu fiz o meu melhor para segurar o Carlos (Souza, quarto colocado), que também estava muito competitivo".

     A segunda corrida da rodada dupla em Cascavel, neste domingo (11) a partir das 15h10, deverá ver Nonô Figueiredo novamente muito aguerrido: "Amanhã começamos outra missão, com a sexta corrida da temporada, uma prova que terá a mesma importância da que disputamos hoje. Vou largar em sexto por que cheguei em terceiro neste sábado. Mas eu estou bem focado na disputa do campeonato como um todo. Carregar 80kg é bastante difícil. Então minha missão é sempre conseguir o máximo de pontos a cada prova e chegar ao final como campeão - esse é o principal objetivo da nossa equipe", detalha o líder da Copa Petrobras.

 

Foto: Victor Eleutério/Hero Fonte: Assessoria de imprensa